A História acontece como tragédia e se repete enquanto farsa. Karl Marx. 18 brumário

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

A fazendo do Lulinha



História da fazenda de FHC


Por Errico Sabaté 31/03/2002 à
Ocupada, na semana passada, por trabalhadores rurais sem terra, a Fazenda Córrego da Ponte, atualmente registrada nos nomes dos filhos do presidente da República, tem uma história que precisa ser conhecida.


Fazenda Caixa Dois


Hamilton Octavio de Souza


Ocupada, na semana passada, por trabalhadores rurais sem terra, a Fazenda Córrego da Ponte, atualmente registrada nos nomes dos filhos do presidente da República, tem uma história que precisa ser conhecida.


Na campanha eleitoral de 1985, até umas duas semanas antes da eleição o candidato Fernando Henrique Cardoso estava disparado ? nas pesquisas ? à frente de seu adversário mais direto, Jânio Quadros, que acabou levando a Prefeitura de São Paulo.


Mas, de qualquer maneira, a campanha de FHC recebeu uma excelente injeção de dinheiro do empresariado paulistano, certo de que se estava apostando no cavalo vencedor. Ele perdeu a eleição, mas terminou a campanha com boa grana em caixa ? no caixa dois, é claro, coordenado pelo amigo inseparável Sérgio Motta.


No ano seguinte, em 1986, nova campanha eleitoral. FHC concorreu e ganhou uma das duas vagas para o Senado, com bem menos votos que o senador Mário Covas. Mas, de novo, FHC teve uma campanha abastada e com boa contribuição do empresariado paulista. Mais uma vez, o mala preta foi o Sérgio Motta.


Dois ou três anos depois surgiram as primeiras notícias de que FHC e Sérgio Motta haviam se tornado proprietários de uma fazenda no noroeste de Minas Gerais. FHC, na época, tinha remuneração de senador e de professor aposentado da USP.


No início dos anos 90, a revista ?Isto É? publicou uma matéria sobre a tal fazenda de sociedade de FHC e Sérgio Motta, na qual se afirmava que o contrato de compra e venda havia sido subfaturado (colocado em preço inferior ao da negociação e do mercado) para justificar a situação de renda do professor e senador Fernando Henrique Cardoso. Essa matéria não foi desmentida e também não provocou qualquer investigação do Ministério Público ou da Receita Federal.


A matéria apenas reforçou a versão corrente nos meios políticos de que a fazenda havia sido comprada com as sobras das campanhas eleitorais de 85 e 86, administradas pelo amigo e sócio Sérgio Motta. Ou seja, a grana do caixa dois deveria ter sido contabilizada no caixa geral do PMDB partido de FHC na época das eleições, mas acabou virando propriedade privada.


Com a morte de Sérgio Motta, o presidente FHC fez acerto com a viúva Wilma Motta e acabou ficando com a parte do ex-mala preta Sérgio Motta na fazenda. Logo em seguida, o presidente passou a fazenda para os nomes do filhos, embora seja de sua propriedade, pois é ele quem usa e manda no pedaço.


A imprensa chapa branca, naturalmente, incorporou essa operação toda sem maiores questionamentos. Tanto é que trata da fazenda como sendo dos filhos do presidente e nem questiona porque ela deveria ter proteção especial com status presidencial. E jamais foi atrás investigar como a fazenda foi adquirida.


O acerto com a viúva Motta envolve também imóveis em Paris, mas isso é outra história. O que precisa ficar claro é que a fazenda ocupada pelos trabalhadores sem terra é apenas um bem simbólico ? a fazenda do presidente ? que foi obtido de forma ilícita, como tantas fazendas apropriadas pelas elites espertinhas do País. Na verdade, a propriedade deveria ser chamada mais adequadamente de Fazenda Caixa Dois, em homenagem à sua origem.


***


Hamilton Octavio de Souza é jornalista e professor de Jornalismo da PUC-SP.

terça-feira, 6 de abril de 2010




A IDADE DAS TREVAS



A PRECARIZAÇÃO DO ESTADO

A assunção do tucanato ao poder, em 1994, trouxe ao cenário político nacional não apenas FHC, com seu jeito melífluo e convincente de ser. Não. Trouxe um establishment político‑ideológico‑industrial‑corporativo‑colonial que assumiu os postos de comando do Estado com um apetite jamais visto! Como uma horda de nômades mongóis que chegasse ao conforto urbano, os tucanos plugaram suas ventosas sobre as instâncias decisórias e os cargos da República e passaram a sugar, para si e seus correlatos da iniciativa privada, os recursos do Estado com uma sanha que deixaria os velociraptors colonialistas da Era Bush, Wolfovitz à frente, corados de vergonha!

Como justificativa desse assalto ao aparelho do Estado, os tucanos precisavam de um imbricamento ideológico que lhes desse suporte teórico ao desmanche do conceito e das estruturas do Estado! Com Sérgio "Trator" Mota à frente, os ideólogos do tucanato criaram e difundiram à exaustão, via mídia domesticada e partícipe, a tese de que o Estado era ineficiente, perdulário e inepto! Em contraponto, surgiram os príncipes privatistas tucanos, personificados em Ricardo "No Limite da Irresponsabilidade" Sérgio e em Luiz Carlos Mendonça de Barros, afirmando que a salvação da lavoura e do Estado era o fim do próprio Estado! Eram os arautos do Deus Mercado, tatcheristas tupiniquins e temporões, que vinham para acabar com a farra do investimento público e com o papel regulador do Estado! Diziam abertamente que o Estado fazia mal até suas funções de regulador! E que, pasmem, para regular o mercado, nada melhor que o próprio mercado! É! Espantosa e criminosamente simples assim! E aí Deus (não o Senhor, mas o Mercado) criou as agências reguladoras! E viu que era bom! Muito bom! Principalmente para os amigos tucanos que passaram a comprar as empresas estatais a preço de banana na feira! E tome Embratel, Telebrás, Vale do Rio Doce! Com as agências definindo o quinhão de lucro que cada operadora privada deveria ter! E o lucro haveria de ser grande e duradouro, que ninguém era besta de empatar dinheiro sem retorno! Enquanto isso, a escumalha (nós, a massa ignara) era bombardeada pela mídia com as notícias de que, agora sim, a coisa vai! Era o fim da Era Vargas! Era o começo do vintenário tucano na Terra Brasilis, profetizado por Sérgio Mota! Vivia‑se um clima de euforia anti‑estatista nas ruas! Servidores públicos eram execrados aos magotes, nas sessões de auto‑elogio do governo! Bresser Pereira bradava colérico: vamos acabar com a farra no serviço público (nunca se chegou a saber exatamente o tipo da farra)! Enquanto os privatistas avançavam sobre o espólio da Viúva, FHC, com frêmitos de gozo, recebia títulos de doutor honoris causam mundo afora!


Hoje, esse cenário parece impossível! Mas, à época não! Os falcões tucanos (um paradoxo insolúvel) estavam inebriados! Haviam descoberto a pólvora das fontes eternais do Estado! Só que esqueceram de um detalhe pequeno: o povo! Enquanto os formuladores tucanos pregavam na igreja do mercado que a extrema competência da iniciativa privada traria prosperidade e bonança para todos, apenas os diáconos tucanos e seus amigos financistas se davam bem! O povo, após a crise russa, desconfiava que havia caído num grande e bem contado conto‑do‑vigário! Num estelionato ideológico sem precedentes! O golpe no fígado veio com a eleição de 2002, com Lula! O uper cut no queixo veio com a reeleição de 2006!

O povo deu o seu recado claro e direto: ele é o dono do Estado e não aceita intermediários! Um segmento dos financistas e operadores insiste na agenda rejeitada pelo povo, na eleição! São os cabeças‑de‑planilha, expressão cunhada por Luís Nassif para definir os yupizinhos com mestrado em Harvard, que ainda insistem em nos impor sua agenda nefasta! São os rebotalhos daqueles tucanos heróicos que pensavam em reinar 20 anos na cena política brasileira! Graças a Deus, deram com os burros n'água! A sociedade brasileira agradece‑lhes o fracasso! A Octaetéride tucana durou o tamanho exato da quase destruição do Estado! Que sirva de vacina e de contra‑veneno para o futuro!

O MITO DA EFICIÊNCIA DA INICIATIVA PRIVADA

Paralelo à precarização e ao desmonte do Estado, o tucanato, ao assumir o poder em 94, levou a cabo um processo goebbelliano sem precedentes no campo político‑midiático brasileiro. Batiam na tecla de que, ao mesmo tempo que o Estado era ineficiente, gastador e inepto, a iniciativa privada era o éden da competência! Não satisfeitos com a terceirização capenga feita por Collor (alguém se lembra das demissões de servidores públicos vigilantes feitas por Collor, para, em seguida, contratar empresas de vigilância de amigos da Casa da Dinda, a um preço dez vezes maior?), os tucanos avançavam sobre o patrimônio público com um apetite feroz! E justicavam a autofagia com o argumento simplório de que o gigantismo do Estado não dera certo em lugar nenhum do mundo! Portanto, nada mais justo do que desmontar os últimos resquícios da Era Vargas! Só a iniciativa privada resolveria o problema crônico do Brasil! Eram os arautos do Estado mínimo. Temos que acabar com Estado paternalista, bradavam, numa parábola invertida do "ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil"!

E aí então assistimos ao espetáculo da maior rapinagem do patrimônio público que se tem notícia! Quais Prometeus públicos devorando o próprio rabo, os tucanos partiram para o ataque. Ancorados no dogma da eficiência da iniciativa privada, levou‑se o patrimônio da Viúva à bancarrota! Desnecessário enumerar as empresas "vendidas" nesse período! Enquanto Ricardo "No Limite da Irresponsabilidade" Sérgio andava no fio da navalha entre o esbulho e o crime, o tucano‑mor FHC afirmava, pode fazer, vamos fazer!

Hoje porém, passados tantos anos, restou a pergunta: que poderoso argumento ideológico usou o tucanato? Que palavra mágica proferiam em seus oráculos? Será que, realmente, a iniciativa privada era mesmo o Santo Graal que traria prosperidade e bonança para todos? Ancorados em apenas um exemplo, o da Vale do Rio Doce, podemos, no mínimo, questionar o tucanato: vendida, há pouco mais de uma década, a "impressionantes" US $3,5 bilhões, hoje vale a bagatela de US$ 120 bilhões. Impressionante, não é? Fora as imensas reservas minerais, de resto, imensuráveis!

Sobre a competência da atividade privada, vale rememorar breve histórico no Brasil. Desde a década de 50, temos uma seqüência interessante de algumas empresas públicas: são capitalizadas pelo Estado para, logo em seguida, serem "vendidas" a precinhos camaradas a "competentes" administradores privados! Após um período mais ou menos longo de gestões privadas "competentíssimas", tais empresas, quase todas quebradas, são "reestatizadas" pelo Estado perdulário e inepto, que as capitaliza com dinheiro público e, novamente, as "vende" para os ultra‑competentes gestores privados, num círculo danoso que se repete num mau‑caratismo de assombrar! Ah, tenham dó!

Com os tucanos no poder, esse ciclo foi levado às raias do insuportável! Coroando todo esse processo, criou‑se as jóias da Coroa: as agências reguladoras, encraves privados no seio do Estado, imunes à decisões do próprio Estado! Por esse modelo infame, o próprio presidente da República seria um mero despachante do Mercado! Era a rendição total, a esterilização da vontade popular frente à sanha financista dos dândis do mercado! Hoje, passados os anos daquela voragem mercadista, podemos dizer que a pá de cal na baboseira ideológica do Estado mínimo foi a última crise econômico-financeira. Depois que os EUA, a pátria-mãe do capitalismo, estatizou bancos, montadoras e empresas de seguros, a desolação se abateu sobre o tucanato. Tucanos de alta plumagem queimam os neurônios para descobrir um discurso alternativo crível para se apresentarem na eleição de 2010, já que seu discurso desde sempre foi: reformas (nessas reformas, tem sempre um dinheiro público deslizando para os bolsos dos maganões), Estado mínimo, privatização, terceirização, liberdade total aos mercados! O mesmo discurso, a mesma receita que levou a economia mundial à bancarrota em 2008/2009!

Retornando à mitologia da eficiência da iniciativa privada: estranhos critérios de eficiência, esses! Lembram muito aquele ditado surrado: aos amigos do Rei, tudo; aos inimigos, os rigores da Lei! Que não nos esqueçamos nunca desses detalhes, submersos na voragem daqueles tempos de ira, mas também de muita safadeza e dinheiro fácil, subtraído do espólio da Viúva! Que a efeméride tucana sirva de marcador para a construção de um país novo! País esse em que, eficiência, competência e rapinagem sejam conceitos distintos como água e óleo! E que a mão peluda do tucanato jamais volte a misturá‑los!

O ITAMARATI TUCANO E A DIPLOMACIA DE PÉS-DESCALÇOS

Prosseguindo com a análise sobre a octaetéride tucana e seus estragos na vida do país, hoje abordaremos a linha diplomática imposta pelo tucanato de 1994 a 2002. Não foi difícil para as aves bicudas dobrarem o Instituto Rio Branco aos seus caprichos de meninos deslumbrados com o restolho da globalização tatcherista. Há, no Itamarati, um ranço americanóide que impera, às vezes explícito, às vezes latente, desde Juraci Magalhães e sua desastrosa frase/fase de alinhamento automático com os EUA.

Na prática como se deu esse alinhamento automático do tucanato à política externa americana? E por que? Qual a gênese desse alinhamento? Qual a razão desse agachamento deslumbrado? Com a assunção de FHC ao poder, guindado pelo Plano Real de Itamar Franco, imediatamente a chancelaria brasileira abandonou o viés terceiro‑mundista que vigorara no período Itamarino. Inflexões diplomáticas rumo à África e países árabes foram abortadas. As tratativas em andamento foram congeladas. Até o incremento das relações comerciais com os países‑baleia, os BRICs, foi relegado a segundo e duvidoso plano. Em plena ascensão como potência econômica, a China foi relegada a uma terceira ordem de importância pela chancelaria tucana. Celso Lafer era um Juraci Magalhães redivivo: o que era bom para os EUA, era melhor ainda para o Brasil. E o que era muito bom para os americanos era a postura subserviente da diplomacia brasileira ao ignorar o PIB potencial crescente dos RICs(Rússia, Índia e China). Aos EUA não interessavam a interação cooperativa entre os BRICs. Era necessária a cizânia; urgia separá‑los para que, separados, não descobrissem o enorme poder de barganha que possuíam e passariam a ter no cenário internacional. Os EUA queriam isolar o Brasil e assim enfraquecer os BRICs. Os diplomatas brasileiros, capitaneados por "Celso Sem‑Sapatos Lafer" fizeram tudo direitinho e transformaram o Itamarati num apêndice, num rabo da Casa Branca.


Apesar desse alinhamento automático, os EUA queriam mais. Muito mais. A ALCA, tratado de livre‑comércio a vigorar em todas as Américas, era, sem tirar nem pôr, uma versão econômica da diplomacia das canhoneiras que conquistara metade do México; diferentemente da batalha de Los Alamos, para a ALCA não haveria limites. Ao contrário da onda expansionista que comeu a metade do México, onde o Rio Grande era o limite, dessa vez a Pax Americana lamberia até as escarpas do Cabo Horn, incorporando a mítica e lendária Ushuaia, a menina dos olhos de San Martin. Felizmente, a ALCA só não prevaleceu porque, os remanescentes dos "Barbudinhos", Celso Amorim à frente, conseguiram equilibrar o jogo e impedir que os "Pés‑Descalços" liderados por Lafer, concluíssem o processo de anexação aos EUA, que a ALCA trazia embutido.

Hoje, passados aqueles dias conturbados, fica o questionamento: por que? O que movia a Inteligentia tucanae para fazer tal haraquiri e entregar a soberania brasileira no altar da globalização? As razões para tal atitude não são simples nem visíveis. Podemos elencar algumas possibilidades, sempre, porém, dentro da larga e nebulosa margem de erro da alma humana. Uma hipótese viável seria a de que os tucanos, geneticamente, foram acometidos da Síndrome de Estocolmo, aquela em que as vítimas se apaixonam pelos seus algozes, absorvendo todos os seus valores. Outra hipótese seria a de que a diplomacia tucana, e de resto todo o tucanato, seria adepta da Teoria do Discurso Introjetado (formulada por estes modestos escribas), na qual o agente oprimido oprime seus iguais para parecer simpático ao opressor (expressão erudita do popular bate‑pau; do puxa‑saco; do baba‑ovo).

De qualquer forma, caiba a definição teórica que couber, a verdade é que há um componente psico‑patogênico importante permeando todo o periodo da diplomacia tucana. Freud explica? Jung elucida? São dúvidas que escapam à percepção limitada deste blog. O certo é que a cena do chanceler Celso Lafer, tirando os sapatos na aduana americana e pondo de joelhos todo um país, permanecerá como uma das cenas mais degradantes de nosso tempo!

Alberto Bilac de Freitas

Igor Romanov

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado

rofessor Hariovaldo Almeida Prado
2 abril 2010
Homens bons respondem porque Serra é o mais preparado para governar o país
Arquivado em: Da Comunidade hariovaldiana — Hariovaldo @ 10:03

Serrote

“Simples, J. Serra tem experiência, participou do governo dos homens bons. Com as técnicas de boa gestão que adquiriu durante o período de exuberância economica produzida pelo magistral governo de D. Fernando (o procriador), Serra tem feito o melhor governo que a capitania de São Vicente já viu. Assim sendo, D. José Chirico I é o único com capacidade para tirar o Brazil desta profunda crise economica, provocada pelo apedeuta e seus seguidores bolchevistas.“

Roderick Azevedo Noblat e Leitão

“Dom José, além de ter uma formação invejável, sendo engenheiro e economista e ser o mais competente gestor do país, é o herdeiro natural de Dom Fernando primeiro, possui as bençãos de São Serapião, o apoio das mentes mais brihantes do país, como Ana Maria Braga e Hebe, além dos atalaias da verdade no jornalismo pátrio, Bonner e Bóris.

Mas acima de tudo, Dom José possui o que todo grande estadista precisa: um sorriso que seduz as massas. “

Prof Temístocles Sabóia Filho

“José Serra é o único homem competente o bastante hoje no Brasil. É mestre, é doutor em economia por várias universidades de renome dos nossos irmãos do norte, é doutor em engenharia, é doutor em biotecnologia, em oncologia, em origamia, enfim, não há ninguém melhor. É um exemplo de gestor público, cortou gastos públicos, privatizou empresas públicas e sem dúvida alguma vai dar jeito no Brasil. E o mais importante, Serra vai botar fogo nesses comunistas satânicos que infestam o Brasil e que estão acabando com a família brasileira…“

Juan Salsicha

“Acho que todos os que me precederam apresentaram de forma clara várias razões para que o nosso Amado Líder Chirico seja o novo Presidente do Brasil. Faltou, no entanto, a mais importante e contudente delas: o nosso Líder é PAULISTA, a principal credencial para que assuma as rédeas dessa grande carroça chamada Brasil!
Viva o MMDC!
Remeber 32!
Anauê“

Marcos José Pereira

“São Paulo é exemplo para o país. Temos aqui na República Federativa de São Paulo o melhor nível de Educação, saúde, segurança e planejamento.

Porém, tudo isso está sendo sabotado pelos comuno-dilmistas.

Por exemplo as crianças dilmistas de São Paulo, propositadamente tiram notas baIxas nas provas federais, para prejudicar o bom nome de Dom José Chirico I.

Outro exemplo: parte da ralé bolchevique insiste em ficar doente, provocando falta de vagas nos hospitais especializados em pobres.

E, finalmente, os vermelhos de todos os matizes têm forjado assaltos, em conluio com os bandidos, para inflar artificialmente as estatísticas de criminalidade na nossa República Paulista.

Mas nós não nos deixamos enganar por esses malfeitores escarlates. Dom José Chirico I para Imperador do Brasil (e, futuramente, do Sistema Solar)! “

Visconde Marcos Olivares
Comentários (7)
31 março 2010
Um forte compromisso com a educação
Arquivado em: Relatos Pessoais — Hariovaldo @ 10:58
Imbatíveis

Parceira entre Serra e Globo mira o desemprego e a falta de preparo dos trabalhadores

Em mais uma grande demonstração do forte compromisso com a educação que caracteriza a inoxidável gestão Serra na direção da locomotiva da nação, o presidente já eleito para 2011 acaba de criar mais uma ETEC, em convênio com uma das melhores emissoras de televisão do ocidente, numa interessante parceria para o país. A escola em questão será destinada a formar elementos empregatícios preparados para serem utilizados adequadamente no setor televisivo,os quais poderão atuar decisivamente como porteiros, serventes, operadores de máquinas, contínuos e até a cabos-man, podendo inclusive aparecerem no vídeo. A integração com a empresa se dará em várias áreas e o mais importante é que os alunos poderão estagiar nas funções citadas anteriormente na emissora, mediante o pagamento de uma pequena taxa ou até gratuitamente por seis meses, enriquecendo assim os seus currículos e facilitando a inserção no mercado de trabalho.

ARENA, DEM e PSDB, a raiz da corrupção que está aí é o golpe militar de 1964” | Viomundo - O que você não vê na mídia

Jessie Jane: “A raiz da corrupção que está aí é o golpe militar de 1964” | Viomundo - O que você não vê na mídia


1 de abril de 2010 às 18:04
Jessie Jane: “A raiz da corrupção que está aí é o golpe militar de 1964”

por Gabriela Gonçalves Cardoso, em A Verdade

Jessie Jane Vieira de Sousa é professora do Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) e foi diretora do Instituto de janeiro de 2006 a janeiro de 2010. Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas e doutorado em História Social pela UFRJ.

Filha de um trabalhador mineiro, Jessie Jane se filiou à Ação Libertadora Nacional (ALN) em 1969. Na ALN conheceu Colombo e com ele viveu na clandestinidade até 1970. Ambos foram presos no dia 1º de julho de 1970, quando executavam a ação de seqüestro do Caravelle PP-PDX da Cruzeiro do Sul, no Rio de Janeiro.

Estava com 21 anos quando foi presa e barbaramente torturada. Permaneceu nove anos na penitenciária de Bangu (Presídio Talavera Bruce). Em 1972, obteve autorização judicial para se casar e em setembro de 1976, nasceu Leta, sua filha.

Depois que saiu da cadeia foi morar em Volta Redonda, onde trabalhou construindo arquivo do movimento operário. De 1999 a 2002, exerceu o posto de diretora do Arquivo Público do Rio de Janeiro, onde estão arquivados todos os documentos do antigo DOPS. Como pesquisadora, publicou oito artigos para periódicos, escreveu dois livros, além de dez textos para jornais e revistas e o mesmo número de trabalhos para congressos. Nessa entrevista, a professora Jessie Jane fala sobre a situação atual do país e da universidade brasileira.

A Verdade – Qual a sua avaliação sobre o golpe militar de 1964 e suas consequências para o povo brasileiro?

Jessie Jane – Foi uma das coisas mais dramáticas da história do Brasil. A sociedade brasileira vivia um momento de ascensão dos movimentos sociais, avanço da esquerda, dos movimentos sociais – e o golpe interrompeu isso. Não só do ponto de vista dos processos políticos que estavam sendo gestados e que foram ceifados. As consequências aí estão colocadas: corrupção, violência, tudo isso tem a raiz ali.

A Verdade – Para a universidade, em particular, o que representou a ditadura?

Jessie – Eu não estava na universidade quando houve o golpe, mas a UFRJ viveu isso de forma grave. Por exemplo: no curso em que eu dou aula, História, vários professores foram expulsos da universidade, houve intervenção, criou-se um vazio na universidade, do ponto de vista docente, e depois veio o amordaçamento da discussão. Acho que a universidade é hoje muito mais distanciada das questões nacionais. A universidade não tem uma interlocução com a sociedade, sua presença na sociedade é quase nenhuma. Não há projetos nacionais sendo gestados, isso tudo consequência desse esvaziamento causado pelo golpe. A universidade que existia no Brasil pré-64 tinha menos jovens. Era, digamos assim, mais elitista do que é hoje. No entanto, era um espaço de disputa política muito mais ativo. Hoje, ela vive um marasmo político absoluto. Eu diria até que é um espaço do conservadorismo, principalmente na área das humanas.

A Verdade – Por que até hoje os torturadores não foram punidos no Brasil?

Jessie – Por vários motivos. Primeiro por que há uma cultura política no Brasil que é de sempre as transições virem de cima; tem um conchavo entre as elites e chega-se a um acordo; e aí tudo o que passou pertence ao passado, e o passado fica petrificado. Isso foi feito na história do Brasil inteira, e a tal da transição democrática que foi feita, foi feita com isso. Tanto é que se diz: “Quem foram os personagens da transição?”. Tancredo, até Sarney é o personagem. E aí teve um acordo sinistro na verdade, de silêncio entre os golpistas, aqueles que eram parte do golpe, a tal da oposição democrática e até setores da esquerda foram parte desse silêncio. O movimento social não conseguiu avançar, e aí já estou me referindo ao movimento de defesa dos direitos humanos. Não consegui construir forças para produzir uma nova memória, porque a memória que se produziu é uma memória de que houve uma anistia, de que todo mundo foi anistiado, o que não é verdade. Quando Lula assumiu o governo, vários setores acharam que, com ele, iríamos avançar nessa questão, mas Lula não tem nenhum compromisso com isso. Acho até que, nos últimos dois anos, até avançou um pouquinho com Tarso Genro no Ministério da Justiça e com Paulo Vannuchi na Secretaria de Direitos Humanos, mas estamos muito longe disso. Eu tenho dúvidas de se ainda vamos conseguir punir os torturadores, mas tenho esperança.

A Verdade – O que fica de lição, para o povo, da luta contra a ditadura?

Jessie – Acho que há uma coisa que é importante, principalmente para minha geração: é um pouco da questão da democracia, entendeu? A gente tinha uma ideia um pouco diferenciada sobre a discussão democrática, porque a gente sempre pensava na democracia como uma democracia literal do século 19, aquela democracia do voto que a gente chamava de democracia burguesa, e que é mesmo, né? Faz parte da revolução burguesa, essa coisa. Só que, quando você vive num regime ditatorial, quando você não tem nenhum espaço de expressão, essa democracia burguesa é importante, e conseguir isso foi importante. Porque ela amplia a possibilidade de você construir uma democracia real. Quando todos os segmentos da sociedade conseguem espaço para se organizar, para se expressar, você vai alargando, pode alargar ou não, não é um resultado inevitável. Acho que é um pouco o que o Brasil tem tentado fazer ao longo desses anos, mas nós estamos muito aquém daquilo que deveria ser uma democracia real, em que todos tivessem acesso a tudo. Mas de qualquer forma acho que a luta contra a ditadura deu algumas lições para a gente, principalmente a ideia de quanto pior, é pior mesmo, não é “quanto pior, melhor”.

A Verdade – Qual o papel da luta armada para a derrota da ditadura militar?

Jessie – Analisar a luta armada é supercomplexo, até porque você tem uma interdição da história política brasileira em discutir essas coisas, e aí um discurso pacifista sempre tenta obstruir essas possibilidades. Do ponto de vista histórico, você não tem nenhuma mudança de regime, de modelo, que não tenha sido pela luta armada. Nenhuma classe entrega o poder a outra sem haver uma revolução ou qualquer tipo de rebelião. Nunca aconteceu e provavelmente não acontecerá. O Chile tentou isso e deu no que deu. Isso é uma experiência histórica que os povos viveram e de que, até hoje, não conheço outro modelo. Se alguém conhecer, me conte, porque eu não conheço. No caso do Brasil, é preciso contextualizar a opção da luta armada naquele momento histórico. Alguém assim falando hoje parece fazer parte de um bando de lunáticos que resolveram… Bem, mas penso que a luta armada tem, teve um papel na luta contra a ditadura, mesmo que seja um papel de exemplo.

A Verdade – Este ano foi divulgado um encontro em que o general Médici, à época presidente do Brasil, e o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, discutiram a derrubada do governo [do presidente chileno Salvador] Allende, em 1973. Em junho do ano passado, houve um golpe militar em Honduras e muitos acreditam na participação dos Estados Unidos nesse episódio. Como vê a participação dos EUA nos golpes militares na América Latina?

Jessie – Bom, isso tudo está documentado. É documentação do Departamento de Estado, não sou eu que estou dizendo. Hoje se conhece toda a intervenção de fato dos Estados Unidos. Inclusive um colega meu da [cadeira de] História, o Carlos Fico, acabou de lançar um livro que se chama O grande irmão: da Operação Brother Sam aos anos de chumbo, que contém documentação do Departamento de Estado que mostra a presença dos Estados Unidos na articulação do golpe no Brasil, no Chile. Está mais do que documentado. Então esses golpes todos, na América Latina, desde os anos 1950, e as intervenções na América Central, a presença do governo americano… O problema dos Estados Unidos é que, quando está falando de governo norte-americano, você está falando de empresas, porque aquilo é um Estado empresarial, de interesses econômicos, políticos e ideológicos, e, naquele momento, no contexto da Guerra Fria. Hoje também há a presença dos Estados Unidos, porque se sabe que o governo Obama é um governo dividido. Há grandes personagens do Departamento de Estado que têm empresas em Honduras. Há um artigo muito interessante que saiu no Le Monde Diplomatique falando sobre isso. Que as empresas, essas empresas bananeiras todas são de americanos, gente do Departamento de Estado. E tem mais um outro detalhe, que é o seguinte: há hoje na América Latina um desequilíbrio, digamos assim, na correlação de forças, porque há governos, não vou dizer governos de esquerda, mas governos mais populares ou mesmo que ficam do centro para esquerda em quase todos os países. Na América Central você tem agora El Salvador, a Guatemala… tem esse Zelaya, que não é nenhuma flor que se cheire, mas pelo menos é um dissidente da oligarquia. E o Le Monde Diplomatique fazia uma análise muito interessante, mostrando que o golpe militar em Honduras era um balão de ensaio desses setores dos falcões americanos com setores conservadores latino-americanos, dizendo “olha, se der certo quem sabe poderemos fazer isso em outros lugares”. Por isso eu acho que a reação do Hugo Chávez é importante porque ele sabe disso: está a Venezuela ali, a Colômbia que os americanos apoiam estão ali… Na verdade, é a questão da geopolítica. As pessoas são muito ingênuas nisso. Esses setores empresariais americanos têm uma estratégia ao lado dos setores conservadores, e não é à toa que se vê como os jornais burgueses tratam isso. Está havendo um rearranjo da direita latino-americana. E daqui a pouco começam as eleições, e eles estão se rearranjando. Essa gente tem projeto, tem estratégia, e essa é sempre uma estratégia continental.

A Verdade – Que papel pode cumprir a universidade na conquista de uma nova sociedade?

Jessie – Hoje? Nenhum. Os estudantes discutem questões muito pontuais. Mesmo esses estudantes da chamada extrema-esquerda são muito míopes, não têm uma plataforma de discussão de Brasil. É tudo muito primário, se resume em lutas quase que intestinas, eles não têm uma representação na massa estudantil. A maioria dos estudantes, hoje, chega aqui, estuda e vai para casa, e quer seu diploma para poder subir na vida. Não se tem um movimento de professores que tenha discussão além do corporativo – ou então cada um com seu projeto de pesquisa. Os funcionários são só corporação, só discussão de direitos. Deveres? Nenhum. Acho que nesse momento a única coisa que você pode fazer é formar bem seu aluno para ele ser um bom professor.

A Verdade – Como vê a atual situação do Brasil?

Jessie – De forma muito pessimista. Acho que os movimentos sociais estão quase todos cooptados pelo governo federal, uma central sindical absolutamente chapa-branca; uma coisa que o governo Lula fez, a despeito de todas as coisas boas que foram feitas – e reconheço que o governo Lula é muito melhor do que o governo Fernando Henrique, evidente. Mas houve no governo Lula um esvaziamento enorme dos movimentos sociais. Hoje existe uma cooptação clara e evidente de lideranças de movimentos. Não vejo nenhuma autonomia nos movimentos sociais. Quem ainda tenta fazer algum discurso autônomo, mesmo assim muito fraco, é o MST, que está sendo criminalizado. Também o MST me parece que está, um pouco, vivendo assim sem rumo. Do ponto de vista sindical, o que vejo é uma coisa corporativa, esvaziada de conteúdos políticos mais relevantes, cooptação das centrais. A CUT é uma central chapa-branca. O resto já era mesmo. Um movimento estudantil também chapa-branca. Essas organizações que se opõem à UNE também não conseguem ter um discurso que pegue. Eu vejo aqui, os meninos vêm aqui dizer um monte de abobrinhas, é uma coisa monocórdia, uma coisa que não tem consequência porque, para poder atingir o conjunto dos estudantes, é preciso uma fala que tenha a ver com a vida das pessoas, não adianta querer… Então, eu vejo o Brasil, hoje, com muitos problemas. Diferente, por exemplo, de um país como a Bolívia, que tem uma tradição de participação, de demandas, nós somos uma sociedade hoje muito acomodada nos nossos índices de país em desenvolvimento.

Gabriela Gonçalves Cardoso, Rio de Janeiro

domingo, 21 de março de 2010

Al Capone foi preso por sonegar, não por assassinar

Internacional - CartaCapital

"se assassinatos com armas o filete de sangue é visível os por corrupção e sonegação criam um outro mar vermelho invisível"
Péricles Nunes


Washington, 18/3/2010 – A pobreza recrudesce na África subsaariana e a corrupção ameaça solapar os resultados positivos dos investimentos feitos para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), segundo o Banco Mundial. O informe intitulado “Indicadores de desenvolvimento da África 2010” calcula que o número de pessoas que vivem com menos de US$ 2 diários passou de 292 milhões em 1981 para quase 555 milhões em 2005.

O trabalho mostra um panorama sombrio e diz que a região subsaariana apresenta “o desafio mais formidável para o desenvolvimento” no mundo. Milhares de africanos morrem de doenças evitáveis todos os dias, e o vírus HIV, causador da aids, e a malária seguem avançando no continente. O Banco Mundial destaca a corrupção “onipresente” na África, em um trabalho de 29 páginas sobre o assunto.

Concentra-se na “corrupção silenciosa”, um termo que se refere ao fato de “os empregados públicos não fornecerem os bens ou serviços que os governos pagam” a menos que seja dada uma remuneração adicional. A instituição financeira internacional alerta sobre as “nocivas consequências no longo prazo” que a corrupção silenciosa trará para a África, e adverte que marginalizará em grande parte os pobres. Embora a corrupção silenciosa seja “onipresente” na África, com é menos “destacada” e “chamativa” do que a corrupção em grande escala, aquela recebe menos atenção, segundo o Banco Mundial.

Como exemplos de corrupção silenciosa, o informe aponta que em alguns países subsaarianos os professores primários faltam ao trabalho entre 15% e 25% do tempo. O problema também se estendeu ao setor da saúde, com consequências fatais. No meio rural da Tanzânia, 80% das crianças que morreram de malária receberam atenção médica, mas em vão. A falta de equipamentos para realizar diagnósticos, o roubo de medicamentos e a escassez de pessoal médico nos centros de saúde contribuíram para a mortandade infantil, diz o informe do Banco Mundial.

No setor agrícola, um dos grandes motivos que explicam o escasso uso de fertilizantes é a má qualidade dos mesmos no continente. Aproximadamente, 43% dos fertilizantes produzidos na África ocidental na década de 1990 careciam dos nutrientes necessários devido aos péssimos controles nas fases de produção e venda no atacado, acrescentou o informe. Referindo-se à onipresença da corrupção silenciosa, o informe do Banco, divulgado no dia 15, descreveu a conhecida “corrupção grande”, as propinas que os empregados públicos recebem, como “a ponta do iceberg”.

O Banco Mundial publica periodicamente informes sobre a situação do mundo em desenvolvimento, mas recebe frequentes críticas pelo papel que a própria instituição desempenhou neste países. Doug Hellinger, diretor-executivo da Development GAP, uma organização que incentiva a justiça econômica no Sul em desenvolvimento, acusou as políticas do Banco de contribuírem com alguns dos problemas que afetam a África na atualidade.

“Historicamente, o Banco Mundial facilitou a corrupção do Norte industrializado ao modificar o ambiente político nestes países”, disse Hellinger à IPS. “Só o fato de o Banco insistir na aplicação absoluta dos Programas de Ajuste Estrutural e de condicionar os empréstimos à sua aplicação, e como esses programas beneficiaram as empresas do Norte, foi criado um ambiente de corrupção. É uma prática corrupta”, assegurou.

Os Programas de Ajuste Estrutural são usados para fomentar e aplicar políticas de livre mercado, desregulamentação, privatização e a liberalização das importações nos países que recebem empréstimos de instituições financeiras como Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional. Hellinger culpa o Banco, entre outros, por contribuir para a ineficiência dos sistemas de saúde e educação nas nações subsaarianas porque “é a principal instituição a favor de reduzir os orçamentos” destes serviços.

A África é um dos principais objetivos dos ODM fixados pelos líderes mundiais na Cúpula do Milênio de 2000, na sede da ONU em Nova York. Entre outros, os objetivos incluem reduzir a pobreza e a mortalidade infantil e combater doenças como a aids, até 2015. Embora os países africanos estejam em diferentes etapas de desenvolvimento, muitos países subsaarianos ainda deixam muito a desejar em alguns indicadores fundamentais de desenvolvimento do Banco Mundial.

O produto interno bruto dos 47 países que integram a África subsaariana cresceu 5,1%, com Angola na liderança, com 14,8% e Botsuana em último lugar, com retrocesso de 1%. O Zimbábue tem a maior taxa de alfabetização adulta, com 91,2%, enquanto Mali e Burkina Faso têm as menores, com 28,7%. No Chade, apenas 9% da população tem acesso a instalações sanitárias, enquanto em Mauricio o número chega a 94%.

A matrícula escolar é mais baixa na Libéria, com 30,9%, enquanto em São Tomé e Príncipe tem a mais alta, com 97,1%. A mortalidade infantil também é um problema grave. Em Serra Leoa, 155 em cada mil crianças morrem antes de completar um ano, enquanto nas Ilhas Seychelles essa proporção cai para 12 para mil.

sábado, 20 de março de 2010

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado

População comparece em massa à Paulista para comemorar o aniversário de Serra
Arquivado em: Eleições 2010 — Hariovaldo @ 23:27
Comemoração do aniversário de Serra

População em festa levava faixas e cartazes com felicitações ao nosso governador

Num dia de festa e alegrias mil, a população de São Paulo saiu às ruas para festejar o aniversário do seu maior benfeitor, numa clara demonstração de carinho e apreço, era impossível resistir a animação. Pressentindo o limiar de uma nova era para o país, os paulistanos não se contiveram e foram comemorar não só aniversário de Serra, mas a sua posse cada vez mais garantida como presidente da República.
Palhacinho

Naquela festa tudo era paz, tudo era alegria. Vários palhacinhos voluntários alegravam o ambiente

Em um espetáculo emocionante de reconhecimento e gratidão o povo gritava slogans de apoio a candidatura Serra. Somente um governante de nobre estirpe e elevada competência pode atingir esse nível de popularidade e aprovação popular. A verdade incontestável é que o povo ama José Serra cada dia mais. Uma vez empossado na cadeira de mandatário maior da nação dificilmente o povo o deixará sair do Palácio do Planalto.
Hora dos parabéns

O ponto alto do desfile cívico-comemorativo-natalício foi quando o trio elétrico tocou "Parabéns a você", o povo foi a loucura!

A emoção era contagiante, o apoio a Serra unia a todos; os motoristas abandonavam seus carros para seguir o cortejo comemorativo cantando e dançando, os bares e restaurantes destribuiam nas calçadas taças de espumantes para a multidão brindar ao nobre aniversariante do dia, do alto dos prédios choviam confetes e panfletos de apoio a Serra. Nunca houve tamanha manifestação festiva como esta na Paulista!
Helicopteros

Do alto, helicópteros dos homens bons jogavam confetes e docinhos para a animada multidão que em coro gritava: Olhem lá no alto - é Serra no Planalto!

A Paulicéia nunca tinha visto tamanha ovação popular desde a aclamação de Amador Bueno. Finda a manifestação ficou a certeza em nossos corações de que o candidato ungido por São Serapião é com toda a certeza o varão escolhido pelo Divino para remir o Brasil das chagas petistas e da ditadura dilmolullochavista. Alvíssaras!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado

O perigo dos blogs comunistas contra-indicados

Arquivado em: Eleições 2010 — Hariovaldo @ 21:25
Blogs comunistas
Os blogs comunistas promovem a ditadura lullodilmopetista e espalham calúnias e inverdades contra o candidato dos homens bons
É preciso, neste momento crucial, estarmos alertas para a ação internética dos blogueiros comunistas financiados pelo imprensalão do PT para que possamos combatê-los e auxiliar na defenestração dos mesmos das ondas virtuais, evitando-se assim que a imagem imaculada de José Serra seja vilependiada nesta grande jornada até a consagração final na cadeira de mandatário número um da nação. Vejam bem, meus amados leitores, desde muito nos foi dado a primazia de sermos a vanguarda do combate aos sítios comunistas, devidamente identificados e contra indicados na lateral deste humilde blog, e agora, chegou o momento da onça beber água, ou melhor, após meses do bombardeio de saturação que fizemos contra esses comunistas digitais, a infantaria dos homens bons entrará no campo de batalha para executar o ataque final e tomar o cyber território para as forças do bem.
E para que não paire dúvidas que os comunistas já foram avisados e intimados a se renderem aos homens bons releiam o ultimatum que eu enviei a um desses comunistas em 02-11-2006:
“Prezado sr. Nassif, menestrel maligno do comunismo e da subversão,
Saiba o senhor que nós, representantes dos homens de bem da nação, vamos combater implacavelmente esse vosso blog destinado a espalhar as idéias comunistas e subversisvas contra a ordem vigente, econômica e social, ameaçando assim a República edificada pelos nosso antepassados, verdadeiros homens de bem do país. Para esse combate, estabelecemos o sítio noticioso http://hariprado.wordpress.com para ser o contra-ponto e a ‘avant guarde’ da resistência às ameaças revolucionárias que o senhor e alguns outros, como o Paulo Henrique e Mino Carta, representam. Suas análises e considerações, bem como sua música subversiva e destruidora do cantus firmus, da modinha e dos minuetos não mais ficarão impunes. Prepare-se para enfrentar a justiça dos homens bons da país!!!“
Agora não adianta se fazerem de surpresos pois foram avisados. Se tivessem renunciado ao comunismo e passado para o lado dos homens bons nada disso estaria acontecendo hoje.
Também fomos aqui em nosso humilde sítio os primeiros a denunciar o horroroso imprensalão do PT, destinado a financiar os mais de 800 jornalistas blogueiros filiados à CUT. Nosso saudoso colaborador Antenor Antero Antunes, que infelizmente teve que nos deixar para coordenar a quase vitoriosa campanha do ilustre senador Virgílio ao governo do Amazonas, denunciou várias vezes a existência desse imprensalão que estava comprando grande parte da mídia para apoiar a ditadura dilmolullopetista desequilibrando o jogo e prejudicando a candidatura Serra.
Seguiremos em frente, com grande galhardia, no combate do bem contra o mal, dos impolutos contra os encardidos, dos justos contra os ímpios, dos homens de bem contra os ignaros, e a vitória final será de nosso alvo almirante do Tietê e todos diremos alvíssaras aos céus, aleluia!

quarta-feira, 17 de março de 2010

VIXE. CACO DE DEMOTUCANO PRA TUDO QUE É LADO ...


Finado DEMoTucano (a maioria tá presa na papuda, presídio de Brasília) 
Ex - vivandeira PFL
Ex - defunto PDS
Ex - facínora Arena


do famigerado castelo branco: Tais quais vivandeiras dos quartéis que rondam alvoroçadas os bivaques dos soldados em busca de migalhas
frase cunhada por napoleão, usada pra classificar os civis viuvas de ditaduras militares

vivandeira - prostituta
bivaque - tenda militar

Como se pode ver na figura abaixo, nas pesquisas de  intenção de voto para presidente feitas em 2010, até agora o Ibope  destoava dos outros institutos dando uma diferença pró-Serra no primeiro  turno que nenhum outro instituto detectou.
A lógica  autoriza dizer que o Ibope vem forçando a barra em prol de Serra, o que  se coaduna com a propaganda que o presidente do instituto, Carlos  Augusto Montenegro, vem fazendo da candidatura do tucano ao dizer que  ele já estaria eleito presidente da República.
Se o Ibope  teve que convergir para os números que outros institutos já haviam  detectado em janeiro e fevereiro, pode-se dizer que é muito provável que  já não exista mais diferença entre Dilma e Serra ou que a candidata do  PT pode até ter ultrapassado o adversário.
Vale dizer  que é uma tremenda bobagem dizerem que “Dilma cresce porque faz campanha  antecipada e Serra, não”. Neste momento, quem faz campanha contra e a  favor de alguém é só a mídia, e esta ataca Dilma com acusações  ininterruptas e protege Serra de qualquer acusação.
Aliás,  Serra não tem mais potencial para crescer. É amplamente conhecido pelo  eleitorado e é governador do Estado mais rico da Federação. Quem não o  escolheu candidato e se diz indeciso até agora, é porque não quer votar  nele.
Aliás, o Ibope constatou, na pesquisa divulgada hoje, que  mais de 50% dos pesquisados pretendem votar em quem Lula apoiar e que  mais da metade do eleitorado não conhece Dilma. É por isso que venho  dizendo que o tucano perderá a eleição.

CENÁRIO É FORTEMENTE FAVORÁVEL A DILMA.

Fonte Twitter do Estadão
Apesar de 42% não saberem que Dilma é candidata de Lula, ministra cola em Serra na estimulada, e passa na espontânea.
Lula atinge nível recorde de 75%. Maneira de governar é aprovada por 83% da população.
Apenas 58% dos entrevistados sabem que Dilma é a candidata apoiada pelo presidente Lula.
Rejeição a Ciro caiu de 33% para 28%. O de Marina caiu de 40% para 31%. Ela e Aécio têm os percentuais mais altos entre os candidatos
Já o índice de rejeição da ministra caiu de 41% para 27% desde a pesquisa de dezembro.


Na estimulada para o 2º turno entre Serra e Dilma, o tucano tem 44% e a petista, 39%.
Na pesquisa espontânea, o presidente lidera com 20%. Dilma passa à frente de Serra (14% a 10%).
Mais da metade dos brasileiros (53%) prefere votar no candidato apoiado pelo presidente Lula.
Serra continua à frente, mas diferença para Dilma caiu 13 pontos percentuais em relação à última pesquisa.
Dilma cresceu 13 pontos percentuais na comparação com a pesquisa de dezembro de 2009.
Sem a participação de Ciro na pesquisa estimulada, Serra tem 38% e Dilma, 33%. Marina aparece com 8%. No cenário com Ciro Gomes, Serra tem 35% e Dilma, 30%. O deputado tem 11% e Marina Silva, 6%.
A situação de Serra pode ser pior do que mostra o Ibope; a propalada 'resiliência ' eleitoral do tucano na faixa de 35% do eleitorado só encontra amparo na amostra de Carlos Augusto Montenegro, dono do instituto, serrista assumido. José Roberto Torero, analista do Estadão, levanta a lebre e lembra: o Datafolha aponta sinais firmes de corrosão e não de estabilidade nas intenções de voto no governador, que despencou 5 pontos nas sondagens da Folha desde o final de 2009; igual tombo foi detectado no Vox Populi; no Sensus, Serra já havia caído antes para 32%. Com pitada de veneno,Torero 'descarta' a associação entre a 'singularidade' do Ibope e a adesão do seu dono ao estuário do conservadorismo nativo, papel melancólico assumido por Serra na despedida da vida pública.


De aí o desespero, os “dossies”, a “guerra suja” e os golpes baixos aparecerem com tanta força já agora. No beco sem saída no qual Serra se encontra, isto para ele é uma questão de sobrevivência. Ele pode arrastar o PSDB inteiro para esse tudo o nada, ainda mais que um setor da mídia o puxa nessa direção.

Cidadania.com - UOL Blog

Cidadania.com - UOL Blog

Como se pode ver na figura acima, nas pesquisas de intenção de voto para presidente feitas em 2010, até agora o Ibope destoava dos outros institutos dando uma diferença pró-Serra no primeiro turno que nenhum outro instituto detectou.
A lógica autoriza dizer que o Ibope vem forçando a barra em prol de Serra, o que se coaduna com a propaganda que o presidente do instituto, Carlos Augusto Montenegro, vem fazendo da candidatura do tucano ao dizer que ele já estaria eleito presidente da República.
Se o Ibope teve que convergir para os números que outros institutos já haviam detectado em janeiro e fevereiro, pode-se dizer que é muito provável que já não exista mais diferença entre Dilma e Serra ou que a candidata do PT pode até ter ultrapassado o adversário.
Vale dizer que é uma tremenda bobagem dizerem que “Dilma cresce porque faz campanha antecipada e Serra, não”. Neste momento, quem faz campanha contra e a favor de alguém é só a mídia, e esta ataca Dilma com acusações ininterruptas e protege Serra de qualquer acusação.
Aliás, Serra não tem mais potencial para crescer. É amplamente conhecido pelo eleitorado e é governador do Estado mais rico da Federação. Quem não o escolheu candidato e se diz indeciso até agora, é porque não quer votar nele.
Aliás, o Ibope constatou, na pesquisa divulgada hoje, que mais de 50% dos pesquisados pretendem votar em quem Lula apoiar e que mais da metade do eleitorado não conhece Dilma. É por isso que venho dizendo que o tucano perderá a eleição.

terça-feira, 16 de março de 2010

A guerra política sem quartel | Luis Nassif

A guerra política sem quartel | Luis Nassif

16/03/2010 - 16:37

A guerra política sem quartel


No dia 29 de dezembro passado recebi e-mail de um leitor, com informações sobre a guerra política a ser deflagrada este ano pela Internet.
Segurei as informações que me foram passadas, até ter uma ideia mais clara sobre os desdobramentos e conferir se as informações se confirmariam. Aparentemente estão se confirmando.
No final do ano passado, a FSB – empresa de assessoria de comunicações – foi incumbida pelo governador José Serra de preparar a guerra política na Internet, especificamente nas redes sociais. A empresa tem um contrato formal com a Sabesp e, aparentemente, outro com a Secretaria de Comunicação. Pensou-se em um terceiro contrato, com o Centro Paula Souza. Debaixo desses contratos, encomendou-se o trabalho.
Houve reunião em Brasília e a coordenação foi entregue ao jornalista Gustavo Krieger.
A primeira avaliação foi a de que a campanha anterior, pela Internet, tinha sido muito rancorosa e afastado o eleitorado. A nova estratégia consistiria em desviar os ataques para blogs críticos de Serra. Inicialmente, definiram-se quatro blogs: este, o do Paulo Henrique, o do Azenha e o da Maria Frô. Pessoas que tiveram acesso às informações da reunião não conheciam o da Maria Frô e estranharam sua inclusão. Mas quem incluiu conhecia.
Indaguei se, eventualmente, não poderia ser um monitoramento das análises, para se produzir argumentos contrários. Mas a fonte me garantiu que a ideia seria preparar ataques contra os quatro blogs através de um conjunto de blogueiros e twitteiros arregimentados na blogosfera: os «mercenários», como a fonte os definia.
O trabalho preliminar teria doze pessoas de escritórios de diferentes lugares do país. Durante o ano, a equipe seria enxugada, mas seriam mantidas cinco pessoas permanentemente dedicando-se à ofensiva contra esses blogs e outros que estavam em fase de avaliação. Haveria também a assessoria do ex-chefe de gabinete da Soninha – que está sendo processado por montar sites apócrifos injuriosos – e que se tornou o twitteiro de Serra.
Coloco a nota “em observação” porque, antes, busquei informações sobre Krieger e recebi avaliações positivas dele. Fica a ressalva.
Mas movimentações recentes em Twitters e Blogs indicam uma grande coincidência com o que me foi relatado. Especialmente o fato de parte relevante dos ataques contra os demais blogs estarem sendo produzidas justamente pelo assessor de Serra.
Lembro o seguinte: uma hora a guerra acaba. Passadas as eleições, os comandantes ensarilharão as armas e celebrarão a paz. Sobrará para os guerreiros contratados, que poderão ter sua imagem manchada indelevelmente. E, especialmente, para quem trabalha com comunicação corporativa.

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado
16 março 2010
A “greve de fome” do jornalista cubano
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Humberto Amadeu @ 11:47
Jô Soares

Suposto jornalista cubano que teria entrado em greve de fome em seu ambiente de trabalho

É uma tremenda falta de vergonha na cara. A que ponto chegamos? Quando se divulga um notícia ruim, com o propósito de encobrir coisas piores e endêmicas, é porque a máquina de propaganda e dissimulação gramsciana está operando a todo vapor.
Mostra-se uma suposta situação anormal, com a finalidade de desviar a atenção do público dos verdadeiros [ e gigantescos ] problemas e esconder seus responsáveis.
É fundamental saber como opera o esquema de falsificação da verdade, perpetrado pelo hediondo sistema de massificação da informação em nível multinacional, do qual a imprensa ( sic ) brasileira é participante ativa, salvo as exceções de praxe: Jabor, Mainardi, Olavo, Tio Rei, Míriam, Josias, Suely Caldas, Maílson e outras quixotescas vozes isentas e independentes. Modestamente, este sítio, altivamente comandado por Mestre Hariovaldo, se destaca entre as raras e impolutas inteligências que estão comprometidas na campanha pela liberdade e cristandade neste Bananal Comunista. Atuamos e nos empenhamos resolutamente, de modo a desvelar a teia de engôdos e bazófias, perpetrada por este apedeuta usurpador e sua matilha de cães sarnentos e bolchevistas.
Após a ligeira digressão, volto ao assunto que dá o título ao post. O mundo inteiro ficou sabendo que há, em Cuba, um “jornalista dissidente e preso político” que teria entrado em “greve de fome”, em homenagem a outro companheiro que faleceu, também devido a uma suposta greve de fome.
Ora, senhores prosélitos de Hariovaldo, Arautos de São Serapião, Beatas da Congregação e Senhoras da Rebouças, digam-me: não é minimamente estranho que, numa ilha governada com mão de ferro por uma ditadura dinástica, pessoas morram ou corram risco de morrer, em decorrência de uma “greve de fome”? Não é estranho que supostos dissidentes e jornalistas, num país onde não existe oposição viva e nem liberdade de imprensa passem a frequentar as páginas de vários jornais e revistas do mundo todo?
O que está sendo meticulosamente sonegado à informação pública, e que revelaremos agora, é o seguinte: os tais “dissidentes” são, na verdade, presos comuns que, depois de alguns meses nos cárceres de Fidel – tendo então passado pelas famosas lavagens cerebrais tão comumente empregadas em ditaduras marxistas ( como URSS, China, Coréia do Norte e Camboja ) e, finalmente, sendo submetidos a sessões de despersonalização e doutrinação comunistas – estes personagens assumiram uma nova personalidade, a de “presos políticos dissidentes e praticantes de greve de fome”. Assim, poderão ser expostos ao mundo como exceções radicais e dissonantes num mundo de contos-de-fadas socialista, onde ninguém passaria fome e as necessidades foram erradicadas pelos comandantes de Havana. Ou seja: o objetivo é simplesmente o de esconder a devastação da sociedade cubana, iniciada a partir da tomada do poder pelos guerrilheiros-sicários liderados pelo barbudo Fidel. Após décadas de privações, necessidades, fome – quando não o extermínio puro e simples – e humilhações diversas, o retrato do povo cubano é o retrato dos resultados conquistados pela cartilha marxista. A fome atinge os milhões de prisioneiros ( o próprio povo ), há relatos de mães desesperadas em conseguir algum alimento para sua prole, que sucumbiram aos apelos do canibalismo, um verdadeiro Inferno Ateu. Por isso, chega a ser irônico que Fidel estampe os rostos de prisioneiros famélicos por opção enquanto milhares de cubanos perecem, todos os dias, castigadas pelo opressivo “comunismo real “, levado a cabo pelo padrinho de Chávez, Evo, Lulla e demais tiranetes de bananas.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Luis Nassif



Luis Nassif

15/03/2010 - 17:18

A entrevista de Sérgio Guerra

Não sei se alguém já postou ou comentou, mas acho importante a análise aqui no blogue.
Quentinha e recém saida do forno, a entrevista de Sergio Guerra, presidente do PSDB, ao programa É Notícia do Kennedy Alencar na Rede TV ontem à noite.
http://www.redetv.com.br/jornalismo/enoticia/?94241,Kennedy-Alencar-entrevista-Sergio-Guerra
Após ter assistido integralmente deixo aqui a minha opinião:
Difícil acreditar que um político da importância que ocupa no maior partido de oposição e no cenário nacional tenha tamanha falta de argumentação. Suas respostas podem ser desconstruídas palavra a palavra, são um rosário de falsidades, contradições e dissimulações.
A certa altura (no segundo bloco), o entrevistador chega a ficar constrangido com as respostas do Senador em relação ao câmbio.
Agora posso afirmar, o PSDB vai precisar de muita reza para ganhar as próximas eleições.

domingo, 14 de março de 2010

Para os apedeutas ou hoaxes ou lumpen ou babacas ...

para os apedeutas ou hoaxes que chamo de lumpen

hoax = Dá-se o nome de hoax ("embuste" numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal ou, ainda, falsos vírus que ameaçam destruir, contaminar ou formatar o disco rígido do computador.
Ainda assim, muitas pessoas acreditam em coisas impossíveis como alguns hoaxes que circulam pela internet. Existem hoaxes de que pessoas pobres farão uma cirurgia e que alguma empresa irá pagar uma determinada quantia em centavos para cada e-mail repassado.

Lumpemproletariado, ou simplesmente lumpen é uma palavra alemã que significa, ao pé da letra, trapo ou homem trapo. Foi primeiramente definido por Karl Marx e Friedrich Engels em A Ideologia Alemã. E também é designada ao "Ser lúmpen" (pessoa desprovida de qualquer tipo de princípio ético) é um estado de espírito que não se restringe a classes ou categorias sociais; por vezes um oportunista.
Karl Marx classifica a palavra de pernicioso, já que a absoluta ausência de valores e o cinismo de seu comportamento poderiam contaminar a consciência revolucionária do proletariado.

Ettore Scola, cineasta italiano, mostra em Feios, Sujos e Malvados, uma radiografia minuciosa e completa de uma numerosa e miserável família lúmpen, tal filme é um tratado sobre o ser, o sentir e o agir do lumpionato. Existe ainda uma classificação de Lúmpens: Realistas, ingênuos (naifs).[1]

Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto" - Escrevinhador

Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto"

publicada domingo, 14/03/2010 às 01:04 e atualizado domingo, 14/03/2010 às 01:22 | Comentários 0 Comentários

Mauro Carrara escreve sobre uma operação que, claramente, já está em curso.

Passado o Carnaval, os setores ligados aos tucanos - na grande mídia - se desesperaram. A sequência de notícias ruins para eles, desde o fim do ano passado, é impressionante: enchentes em São Paulo, Arruda preso, o DEM desmoralizado, o PSDB sem discurso diante da recuperação da economia. Para completar: Serra caiu e Dilma subiu nas pesquisas.

A oposição ao governo Lula bateu os tambores no convescote organizado pelo Instituto Millenium. Ao perceber que os partidos de oposição caminhavam para a anomia, os donos da mídia asumiram o controle da oposição. E as manchetes, capas e títulos distorcidos se avolumam.

É guerra. É a tempestade no deserto - como explica Mauro no texto abaixo..

Pesquisa IBOPE saiu a campo (coincidência, em se tratando do IBOPE?) na última semana, em meio à tempestade de manchetes anti-governistas. Resultado deve ser divulgado nos próximos dias, pela CNI.

Toda a esperança dos tucanos da mídia é que Serra tenha conseguido estancar a sangria dos votos. Aparentemente, não conseguiu. Há informações de que Dilma já aparece (numericamente) à frente de Serra, apesar de a situação (ainda) caracterizar empate técnico: leia sobre isso no Vermelho - http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=125750&id_secao=1.

Nos próximos meses, entraremos num ritmo frenético, parecido com o de 2005 - quando setores da mídia tentaram derubar Lula. Agora, sabem que não podem derrubá-lo. Mas bastaria a eles arranhar a imagem do PT, e vender a idéia de de que "Lula a gente tolerou, mas Dilma - a terrorista - não vai chegar lá".

Ninguém pode ser ingênuo. Essa campanha está articulada a interesses internacionais. Não do núcleo do governo de Obama, mas de setores da extrema-direita dos EUA que seguem alojados na máquina de governo em Wasgington, e que assumiram a tarefa de barrar a "subversão" na América Latina. Essa gente da mídia no Brasil é articulada com o que há de mais reacionário nos EUA.

A guerra será violenta - como diz o Mauro Carrara, abaixo. Fiquem com o texto dele...

===

Operação “Tempestade no Cerrado”: o que fazer? - por Mauro Carrara

(O PT é um partido sem mídia... O PSDB é uma mídia com partido).

“Tempestade no Cerrado”: é o apelido que ganhou nas redações a operação de bombardeio midiático sobre o governo Lula, deflagrada nesta primeira quinzena de Março, após o convescote promovido pelo Instituto Millenium.

A expressão é inspirada na operação “Tempestade no Deserto”, realizada em fevereiro de 1991, durante a Guerra do Golfo.

Liderada pelo general norte-americano Norman Schwarzkopf, a ação militar destruiu parcela significativa das forças iraquianas. Estima-se que 70 mil pessoas morreram em decorrência da ofensiva.

A ordem nas redações da Editora Abril, de O Globo, do Estadão e da Folha de S. Paulo é disparar sem piedade, dia e noite, sem pausas, contra o presidente, contra Dilma Roussef e contra o Partido dos Trabalhadores.

A meta é produzir uma onda de fogo tão intensa que seja impossível ao governo responder pontualmente às denúncias e provocações.

As conversas tensas nos "aquários" do editores terminam com o repasse verbal da cartilha de ataque.

1) Manter permanentemente uma denúncia (qualquer que seja) contra o governo Lula nos portais informativos na Internet.

2) Produzir manchetes impactantes nas versões impressas. Utilizar fotos que ridicularizem o presidente e sua candidata.

3) Ressuscitar o caso “Mensalão”, de 2005, e explorá-lo ao máximo. Associar Lula a supostas arbitrariedades cometidas em Cuba, na Venezuela e no Irã.

4) Elevar o tom de voz nos editoriais.

5) Provocar o governo, de forma que qualquer reação possa ser qualificada como tentativa de “censura”.

6) Selecionar dados supostamente negativos na Economia e isolá-los do contexto.

7) Trabalhar os ataques de maneira coordenada com a militância paga dos partidos de direita e com a banda alugada das promotorias.

8) Utilizar ao máximo o poder de fogo dos articulistas.

Quem está por trás

Parte da estratégia tucano-midiática foi traçada por Drew Westen, norte-americano que se diz neurocientista e costuma prestar serviços de cunho eleitoral.


É autor do livro The Political Brain, que andou pela escrivaninha de José Serra no primeiro semestre do ano passado.

A tropicalização do projeto golpista vem sendo desenvolvida pelo “cientista político” Alberto Carlos Almeida, contratado a peso de ouro para formular diariamente a tática de combate ao governo.

Almeida escreveu Por que Lula? e A cabeça do brasileiro, livros que o governador de São Paulo afirma ter lido em suas madrugadas insones.

O conteúdo

As manchetes dos últimos dias, revelam a carga dos explosivos lançados sobre o território da esquerda.

Acusam Lula, por exemplo, de inaugurar uma obra inacabada e “vetada” pelo TCU.

Produzem alarde sobre a retração do PIB brasileiro em 2009.

Criam deturpações numéricas.

A Folha de S. Paulo, por exemplo, num espetacular malabarismo de ideias, tenta passar a impressão de que o projeto “Minha Casa, Minha Vida” está fadado ao fracasso.

Durante horas, seu portal na Internet afirmou que somente 0,6% das moradias previstas na meta tinham sido concluídas.

O jornal embaralha as informações para forjar a ideia de que havia alguma data definida para a entrega dos imóveis.

Na verdade, estipulou-se um número de moradias a serem financiadas, mas não um prazo para conclusão das obras. Vale lembrar que o governo é apenas parceiro num sistema tocado pela iniciativa privada.

A mesma Folha utilizou seu portal para afirmar que o preço dos alimentos tinha dobrado em um ano, ou seja, calculou uma inflação de 100% em 12 meses.

A leitura da matéria, porém, mostra algo totalmente diferente. Dobrou foi a taxa de inflação nos dois períodos pinçados pelo repórter, de 1,02% para 2,10%.

Além dos deturpadores de números, a Folha recorre aos colunistas do apocalipse e aos ratos da pena.

É o caso do repórter Kennedy Alencar. Esse, por incrível que pareça, chegou a fazer parte da assessoria de imprensa de Lula, nos anos 90.

Hoje, se utiliza da relação com petistas ingênuos e ex-petistas para obter informações privilegiadas. Obviamente, o material é sempre moldado e amplificado de forma a constituir uma nova denúncia.

É o caso da “bomba” requentada neste março. Segundo Alencar, Lula vai “admitir” (em tom de confissão, logicamente) que foi avisado por Roberto Jefferson da existência do Mensalão.

Crimes anônimos na Internet

Todo o trabalho midiático diário é ecoado pelos hoaxes distribuídos no território virtual pelos exércitos contratados pelos dois partidos conservadores.

Três deles merecem destaque...

1) O “Bolsa Bandido”. Refere-se a uma lei aprovada na Constituição de 1988 e regulamentada pela última vez durante o governo de FHC. Esses fatos são, evidentemente, omitidos. O auxílio aos familiares de apenados é atribuído a Lula. Para completar, distorce-se a regra para a concessão do benefício.

2) Dilma “terrorista”. Segundo esse hoax, além de assaltar bancos, a candidata do PT teria prazer em torturar e matar pacatos pais de família. A versão mais recente do texto agrega a seguinte informação: “Dilma agia como garota de programa nos acampamentos dos terroristas”.

3) O filho encrenqueiro. De acordo com a narração, um dos filhos de Lula teria xingado e agredido indefesas famílias de classe média numa apresentação do Cirque du Soleil.

O que fazer

Sabe-se da incapacidade dos comunicadores oficiais. Como vivem cercados de outros governistas, jamais sentem a ameaça. Pensam com o umbigo.

Raramente respondem à injúria, à difamação e à calúnia. Quando o fazem, são lentos, pouco enfáticos e frequentemente confusos.

Por conta dessa realidade, faz-se necessário que cada mente honesta e articulada ofereça sua contribuição à defesa da democracia e da verdade.

São cinco as tarefas imediatas...

1) Cada cidadão deve estabelecer uma rede com um mínimo de 50 contatos e, por meio deles, distribuir as versões limpas dos fatos. Nesse grupo, não adianda incluir outros engajados. É preciso que essas mensagens sejam enviadas à Tia Gertrudes, ao dentista, ao dono da padaria, à cabeleireira, ao amigo peladeiro de fim de semana. Não o entupa de informação. Envie apenas o básico, de vez em quando, contextualizando os fatos.

2) Escreva diariamente nos espaços midiáticos públicos. É o caso das áreas de comentários da Folha, do Estadão, de O Globo e de Veja. Faça isso diariamente. Não precisa escrever muito. Seja claro, destaque o essencial da calúnia e da distorção. Proceda da mesma maneira nas comunidades virtuais, como Facebook e Orkut. Mas não adianta postar somente nas comunidades de política. Faça isso, sem alarde e fanatismo, nas comunidades de artes, comportamento, futebol, etc. Tome cuidado para não desagradar os outros participantes com seu proselitismo. Seja elegante e sutil.

3) Converse com as pessoas sobre a deturpação midiática. No ponto de ônibus, na padaria, na banca de jornal. Parta sempre de uma concordância com o interlocutor, validando suas queixas e motivos, para em seguida apresentar a outra versão dos fatos.

4) Em caso de matérias com graves deturpações, escreva diretamente para a redação do veículo, especialmente para o ombudsman e ouvidores. Repasse aos amigos sua bronca.

5) Se você escreve, um pouquinho que seja, crie um blog. É mais fácil do que você pensa. Cole lá as informações limpas colhidas em bons sites, como aqueles de Azenha, PHA,Grupo Beatrice, entre outros. Mesmo que pouca gente o leia, vai fazer volume nas indicações dos motores de busca, como o Google. Monte agora o seu.

A guerra começou. Não seja um desertor.

Castro Alves e as cotas

sábado, 13 de março de 2010

Péricles Ferreira Nunes

Péricles Ferreira Nunes

Roteiro para a vitória
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 18:13
caminhos

Esse é o caminho para vitória final contra a camarilha bolchevista do PT que ora infesta a República dos Homens bons. Sigamos pois por este itinerário com as forças do bem, representadas pela imprensa livre e democrática, semana após semana até a total demolição das hostes comunistas lideradas por Lula.

déjà vu

Cidadania.com - UOL Blog

Déjà vu eleitoral
“Déjà vu” é uma expressão francesa que significa “já visto”. Trata-se de uma reação psicológica na qual o indivíduo intui que já vivenciou uma situação ou que já esteve em algum lugar, muitas vezes sem se dar conta disso racionalmente.
Não é preciso ser sociólogo ou psicanalista ou vidente para ter certeza de que cada brasileiro ao menos intui que a chuva de denúncias contra o PT, que eclodiu da semana passada para cá, guarda relação com o processo eleitoral de 2010.
Tenho absoluta certeza de que a maioria atribui às eleições o massacre acusatório a Lula, a Dilma e ao PT simplesmente porque, nos últimos vinte anos, eleição, no Brasil, é sempre assim.
Quantas vezes, este e outros blogs, disseram que viria um noticiário como o deste sábado? Era previsível e esperado. A mim, parece mais desespero do que tática, aliás. As manchetes são sintomáticas:
Veja: “Caiu a casa do tesoureiro do PT”
O Estado de São Paulo: “Lula inaugura obra inacabada e suspeita”
Folha de São Paulo: “Lula admite que Jefferson o alertou sobre mensalão”
Qual é a diferença para 2006, além de que não será Lula o candidato a disputar com o anti-Lula de plantão? Por que, desta vez, daria certo a surrada estratégia eleitoral da direita? Aliás, note-se que até ressuscitaram o “mensalão do PT”.
Só que, agora, a tática será muito menos eficaz, ainda que, no século XXI, jamais tenha tido maior eficácia. Ataques como o da Veja, baseados em meras acusações sem provas, sucedem a destruição do DEM-PFL. E, agora, a economia está bombando. As pessoas estão muito mais satisfeitas com o país.
As manchetes condenam os adversários políticos dos jornais e revista supra mencionados, entre outros, mas a Justiça, que é só quem pode condenar, diz que não há provas para tanto.
O despacho do juiz que julgou a ofensiva do partidarizado Ministério Público de São Paulo contra o “tesoureiro do PT” citado na capa da última edição da Veja, é muito claro. Revisemos o que disse o magistrado, pois:
“Não se pode desconsiderar a repercussão política que a presente investigação passou a ter a partir do momento em que o teor do requerimento do Ministério Público (...) veio a ser divulgado pela imprensa no último final de semana, antes mesmo que fosse apresentado em juízo.
(...)
Faltando cerca de apenas sete meses para as eleições presidenciais, uma das pessoas de quem foi requerida a quebra de sigilo (João Vaccari Neto) estaria sendo indicado como possível integrante da equipe de campanha da virtual candidata do partido atualmente ocupante da Presidência da República.
Tal contexto, porém, apenas reforça ainda mais a necessidade de cautela e rigor no exame dos requerimentos formulados, justamente para que tal atmosfera política não venha a contaminar a presente investigação ou, noutro sentido, que esta não venha a ser utilizada por terceiros para manipulação da opinião pública por propósitos políticos(...)”
É preciso dizer mais alguma coisa? Poderia ser mais clara a acusação de um magistrado de que esses meios de comunicação estão fazendo uso político de uma denúncia sem provas?
Aliás, não me surpreenderei se o juiz Carlos Eduardo Lora Franco, autor do despacho reproduzido parcialmente acima, sofrer alguma acusação da mídia.
Mas estamos falando da Justiça. Por mais que ela possa ser instrumentalizada em instâncias regionais – nas quais os partidos de direita mantém uma ascendência construída ao longo do regime militar –, cedo ou tarde, nas instâncias superiores, a normalidade jurídica será reposta.
Mas o que interessa, nesse processo, é menos a Justiça do que o conjunto da sociedade. A maioria dos brasileiros, a meu ver, está vacinada.
O que importa é o que sentimos de concreto em nossas vidas. Essa tática de preservar Serra das montanhas de acusações que há contra ele enquanto se acusa seus dois principais adversários (Lula e Dilma), não funcionará. Tenho certeza absoluta.
Desde a primeira campanha eleitoral à Presidência da República depois do fim do regime militar – e lá se vão mais de vinte anos –, a tática é a mesma. Mas ela parou de funcionar em 2002...
A mídia de Serra está produzindo um Déjà vu eleitoral. Deve estar sendo fortíssima a sensação da sociedade de que a velha tática tucano-pefelê-midiática volta a ser usada. E quanto mais este processo eleitoral se parecer com os anteriores, melhor.

sexta-feira, 12 de março de 2010

COMENTÁRIO RECEBIDO

Péricles,
Nunca imaginei que o esnobismo, o apego ao poder e o racismo ainda estivesse tão arraigado em brasileiros. Não imagino o número deles mas eles estão aí na política, nas forças armadas, no aparelho judiciário, nos meios de comunicação e na classe ruralista abastarda. Lula precisa continuar sendo muito forte para enfrentar essas feras e não subestimá-los porque eles dispõem de um arsenal que pode fazer muitos estragos. de alguem que admiro muito. Reni.

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Países do primeiro mundo vêem Lula como profeta do comunismo
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 15:12
Garçon

Servindo no máximo para garçon de qualquer reunião de homens bons internacionais, os petistas delirantes imaginam Lula como 'lider mundial' (sic)!

Os países do primeiríssimo mundo, aos quais cabem a liderança global, vêem com muito temor a ação do sacerdote marxista eneádico no campo das relações internacionais. As reações contra o apedeuta tupiniquim já começaram em várias partes do globo. Em Israel o mossad já se prepara para deter e interrogar o usurpador brasileiro quando este desembarcar por lá para atacar o capitalismo e espionar para o seu aliado iraniano Ahmadinejad (aquele que foi prontamente repelido pelos homens bons e a imprensa livre do nosso país).

Já na América, um dos mais isentos e imparciais jornais dos homens bons repudiou a sórdida tentativa encabeçada pelos comunistas mundiais de usurparem o comando da ONU através da figura satânica do PT. Só a pretensão de colocar um retirante nordestino na cadeira de mandatário maior da instituição já representa uma grave ofensa aos homens bons de todo o globo, um verdadeiro acinte, principalmente pelo fato de o único brasileiro a merecer tal honra ser hoje um dos perseguidos políticos da ditadura lullodilmopetista, e ter que viver praticamente internado em Higienópolis. É impressionante a petulância e o cinismo da camarilha comunista brasileira em achar que eles poderão repetir em escala planetária as barbaridades que cometeram no Brasil. ¡No Pasarán!