Professor Hariovaldo Almeida Prado
Professor Hariovaldo Almeida Prado
16 março 2010
A “greve de fome” do jornalista cubano
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Humberto Amadeu @ 11:47
Jô Soares
Suposto jornalista cubano que teria entrado em greve de fome em seu ambiente de trabalho
É uma tremenda falta de vergonha na cara. A que ponto chegamos? Quando se divulga um notícia ruim, com o propósito de encobrir coisas piores e endêmicas, é porque a máquina de propaganda e dissimulação gramsciana está operando a todo vapor.
Mostra-se uma suposta situação anormal, com a finalidade de desviar a atenção do público dos verdadeiros [ e gigantescos ] problemas e esconder seus responsáveis.
É fundamental saber como opera o esquema de falsificação da verdade, perpetrado pelo hediondo sistema de massificação da informação em nível multinacional, do qual a imprensa ( sic ) brasileira é participante ativa, salvo as exceções de praxe: Jabor, Mainardi, Olavo, Tio Rei, Míriam, Josias, Suely Caldas, Maílson e outras quixotescas vozes isentas e independentes. Modestamente, este sítio, altivamente comandado por Mestre Hariovaldo, se destaca entre as raras e impolutas inteligências que estão comprometidas na campanha pela liberdade e cristandade neste Bananal Comunista. Atuamos e nos empenhamos resolutamente, de modo a desvelar a teia de engôdos e bazófias, perpetrada por este apedeuta usurpador e sua matilha de cães sarnentos e bolchevistas.
Após a ligeira digressão, volto ao assunto que dá o título ao post. O mundo inteiro ficou sabendo que há, em Cuba, um “jornalista dissidente e preso político” que teria entrado em “greve de fome”, em homenagem a outro companheiro que faleceu, também devido a uma suposta greve de fome.
Ora, senhores prosélitos de Hariovaldo, Arautos de São Serapião, Beatas da Congregação e Senhoras da Rebouças, digam-me: não é minimamente estranho que, numa ilha governada com mão de ferro por uma ditadura dinástica, pessoas morram ou corram risco de morrer, em decorrência de uma “greve de fome”? Não é estranho que supostos dissidentes e jornalistas, num país onde não existe oposição viva e nem liberdade de imprensa passem a frequentar as páginas de vários jornais e revistas do mundo todo?
O que está sendo meticulosamente sonegado à informação pública, e que revelaremos agora, é o seguinte: os tais “dissidentes” são, na verdade, presos comuns que, depois de alguns meses nos cárceres de Fidel – tendo então passado pelas famosas lavagens cerebrais tão comumente empregadas em ditaduras marxistas ( como URSS, China, Coréia do Norte e Camboja ) e, finalmente, sendo submetidos a sessões de despersonalização e doutrinação comunistas – estes personagens assumiram uma nova personalidade, a de “presos políticos dissidentes e praticantes de greve de fome”. Assim, poderão ser expostos ao mundo como exceções radicais e dissonantes num mundo de contos-de-fadas socialista, onde ninguém passaria fome e as necessidades foram erradicadas pelos comandantes de Havana. Ou seja: o objetivo é simplesmente o de esconder a devastação da sociedade cubana, iniciada a partir da tomada do poder pelos guerrilheiros-sicários liderados pelo barbudo Fidel. Após décadas de privações, necessidades, fome – quando não o extermínio puro e simples – e humilhações diversas, o retrato do povo cubano é o retrato dos resultados conquistados pela cartilha marxista. A fome atinge os milhões de prisioneiros ( o próprio povo ), há relatos de mães desesperadas em conseguir algum alimento para sua prole, que sucumbiram aos apelos do canibalismo, um verdadeiro Inferno Ateu. Por isso, chega a ser irônico que Fidel estampe os rostos de prisioneiros famélicos por opção enquanto milhares de cubanos perecem, todos os dias, castigadas pelo opressivo “comunismo real “, levado a cabo pelo padrinho de Chávez, Evo, Lulla e demais tiranetes de bananas.
A História acontece como tragédia e se repete enquanto farsa. Karl Marx. 18 brumário
terça-feira, 16 de março de 2010
Wikipedia:O que é um troll? - Wikipédia, a enciclopédia livre
Wikipedia:O que é um troll? - Wikipédia, a enciclopédia livre
Wikipedia:O que é um troll?
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text-x-generic.svg Este ensaio contém conselhos ou opiniões de um ou mais contribuidores da Wikipédia. Ensaios podem representar normas difundidas ou pontos de vista de minorias. Sinta-se livre para melhorar a página ou discutir na página de discussão, mas tenha prudência ao considerar esses pontos de vista.
Jimbo Wales, fundador da Wikipédia, ministrando uma palestra sobre como lidar com os Trolls.
Originalmente, trolls são criaturas antropomórficas do folclore escandinavo. Na Wikipédia, trolls são editores que promovem tentativas deliberadas e intencionais de perturbar as actividades de editores, administradores, desenvolvedores e outras pessoas que trabalham para criar conteúdo e ajudar a manter a Wikipédia. O trollismo é assim uma violação deliberada das regras implícitas de convivência social da internet. A sua identificação implica necessariamente um juízo de valor feito por um usuário sobre o valor da contribuição de outro usuário. Devido a isso, não é considerado mais útil do que um simples "Eu não concordo com você." por muitos usuários, que preferem concentrar-se sobre os comportamentos em vez de presumir intenções.
Trollismo não é necessariamente o mesmo que vandalismo (embora práticas de vandalismo possam ser utilizadas por trolls). Um vândalo pode ter prazer apenas em desfigurar uma página da web, insultar utilizadores aleatoriamente ou divulgar as suas opiniões pessoais de um modo inadequado. Um troll explora deliberadamente as fraquezas da natureza humana ou de uma comunidade de internautas para perturbar as pessoas.
Existem muitos tipos de usuários perturbadores que não são trolls. Os guerreiros da reversão, os guerreiros do ponto de vista neutro, usuários excêntricos, usuários rudes e vozes críticas das estruturas e processos da Wikipédia, não são trolls.
Um troll está muito mais interessado em como outras pessoas reagem às suas edições do que com os conceitos com que um wikipedista habitual se preocupa: precisão, veracidade, abrangência e qualidade global. Se um troll não obtém resposta às suas edições espúrias, então dificilmente pode ser considerado um troll feliz.
A política base em matéria de trollismo é simples: "Por favor, não alimente os trolls".
Wikipedia:O que é um troll?
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text-x-generic.svg Este ensaio contém conselhos ou opiniões de um ou mais contribuidores da Wikipédia. Ensaios podem representar normas difundidas ou pontos de vista de minorias. Sinta-se livre para melhorar a página ou discutir na página de discussão, mas tenha prudência ao considerar esses pontos de vista.
Jimbo Wales, fundador da Wikipédia, ministrando uma palestra sobre como lidar com os Trolls.
Originalmente, trolls são criaturas antropomórficas do folclore escandinavo. Na Wikipédia, trolls são editores que promovem tentativas deliberadas e intencionais de perturbar as actividades de editores, administradores, desenvolvedores e outras pessoas que trabalham para criar conteúdo e ajudar a manter a Wikipédia. O trollismo é assim uma violação deliberada das regras implícitas de convivência social da internet. A sua identificação implica necessariamente um juízo de valor feito por um usuário sobre o valor da contribuição de outro usuário. Devido a isso, não é considerado mais útil do que um simples "Eu não concordo com você." por muitos usuários, que preferem concentrar-se sobre os comportamentos em vez de presumir intenções.
Trollismo não é necessariamente o mesmo que vandalismo (embora práticas de vandalismo possam ser utilizadas por trolls). Um vândalo pode ter prazer apenas em desfigurar uma página da web, insultar utilizadores aleatoriamente ou divulgar as suas opiniões pessoais de um modo inadequado. Um troll explora deliberadamente as fraquezas da natureza humana ou de uma comunidade de internautas para perturbar as pessoas.
Existem muitos tipos de usuários perturbadores que não são trolls. Os guerreiros da reversão, os guerreiros do ponto de vista neutro, usuários excêntricos, usuários rudes e vozes críticas das estruturas e processos da Wikipédia, não são trolls.
Um troll está muito mais interessado em como outras pessoas reagem às suas edições do que com os conceitos com que um wikipedista habitual se preocupa: precisão, veracidade, abrangência e qualidade global. Se um troll não obtém resposta às suas edições espúrias, então dificilmente pode ser considerado um troll feliz.
A política base em matéria de trollismo é simples: "Por favor, não alimente os trolls".
segunda-feira, 15 de março de 2010
Luis Nassif
Luis Nassif
15/03/2010 - 17:18
A entrevista de Sérgio Guerra
Não sei se alguém já postou ou comentou, mas acho importante a análise aqui no blogue.Quentinha e recém saida do forno, a entrevista de Sergio Guerra, presidente do PSDB, ao programa É Notícia do Kennedy Alencar na Rede TV ontem à noite.
http://www.redetv.com.br/jornalismo/enoticia/?94241,Kennedy-Alencar-entrevista-Sergio-Guerra
Após ter assistido integralmente deixo aqui a minha opinião:
Difícil acreditar que um político da importância que ocupa no maior partido de oposição e no cenário nacional tenha tamanha falta de argumentação. Suas respostas podem ser desconstruídas palavra a palavra, são um rosário de falsidades, contradições e dissimulações.
A certa altura (no segundo bloco), o entrevistador chega a ficar constrangido com as respostas do Senador em relação ao câmbio.
Agora posso afirmar, o PSDB vai precisar de muita reza para ganhar as próximas eleições.
domingo, 14 de março de 2010
Para os apedeutas ou hoaxes ou lumpen ou babacas ...
para os apedeutas ou hoaxes que chamo de lumpen
hoax = Dá-se o nome de hoax ("embuste" numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal ou, ainda, falsos vírus que ameaçam destruir, contaminar ou formatar o disco rígido do computador.
Ainda assim, muitas pessoas acreditam em coisas impossíveis como alguns hoaxes que circulam pela internet. Existem hoaxes de que pessoas pobres farão uma cirurgia e que alguma empresa irá pagar uma determinada quantia em centavos para cada e-mail repassado.
Lumpemproletariado, ou simplesmente lumpen é uma palavra alemã que significa, ao pé da letra, trapo ou homem trapo. Foi primeiramente definido por Karl Marx e Friedrich Engels em A Ideologia Alemã. E também é designada ao "Ser lúmpen" (pessoa desprovida de qualquer tipo de princípio ético) é um estado de espírito que não se restringe a classes ou categorias sociais; por vezes um oportunista.
Karl Marx classifica a palavra de pernicioso, já que a absoluta ausência de valores e o cinismo de seu comportamento poderiam contaminar a consciência revolucionária do proletariado.
Ettore Scola, cineasta italiano, mostra em Feios, Sujos e Malvados, uma radiografia minuciosa e completa de uma numerosa e miserável família lúmpen, tal filme é um tratado sobre o ser, o sentir e o agir do lumpionato. Existe ainda uma classificação de Lúmpens: Realistas, ingênuos (naifs).[1]
Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto" - Escrevinhador
Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto"
publicada domingo, 14/03/2010 às 01:04 e atualizado domingo, 14/03/2010 às 01:22 | Comentários 0 Comentários
Mauro Carrara escreve sobre uma operação que, claramente, já está em curso.
Passado o Carnaval, os setores ligados aos tucanos - na grande mídia - se desesperaram. A sequência de notícias ruins para eles, desde o fim do ano passado, é impressionante: enchentes em São Paulo, Arruda preso, o DEM desmoralizado, o PSDB sem discurso diante da recuperação da economia. Para completar: Serra caiu e Dilma subiu nas pesquisas.
A oposição ao governo Lula bateu os tambores no convescote organizado pelo Instituto Millenium. Ao perceber que os partidos de oposição caminhavam para a anomia, os donos da mídia asumiram o controle da oposição. E as manchetes, capas e títulos distorcidos se avolumam.
É guerra. É a tempestade no deserto - como explica Mauro no texto abaixo..
Pesquisa IBOPE saiu a campo (coincidência, em se tratando do IBOPE?) na última semana, em meio à tempestade de manchetes anti-governistas. Resultado deve ser divulgado nos próximos dias, pela CNI.
Toda a esperança dos tucanos da mídia é que Serra tenha conseguido estancar a sangria dos votos. Aparentemente, não conseguiu. Há informações de que Dilma já aparece (numericamente) à frente de Serra, apesar de a situação (ainda) caracterizar empate técnico: leia sobre isso no Vermelho - http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=125750&id_secao=1.
Nos próximos meses, entraremos num ritmo frenético, parecido com o de 2005 - quando setores da mídia tentaram derubar Lula. Agora, sabem que não podem derrubá-lo. Mas bastaria a eles arranhar a imagem do PT, e vender a idéia de de que "Lula a gente tolerou, mas Dilma - a terrorista - não vai chegar lá".
Ninguém pode ser ingênuo. Essa campanha está articulada a interesses internacionais. Não do núcleo do governo de Obama, mas de setores da extrema-direita dos EUA que seguem alojados na máquina de governo em Wasgington, e que assumiram a tarefa de barrar a "subversão" na América Latina. Essa gente da mídia no Brasil é articulada com o que há de mais reacionário nos EUA.
A guerra será violenta - como diz o Mauro Carrara, abaixo. Fiquem com o texto dele...
===
Operação “Tempestade no Cerrado”: o que fazer? - por Mauro Carrara
(O PT é um partido sem mídia... O PSDB é uma mídia com partido).
“Tempestade no Cerrado”: é o apelido que ganhou nas redações a operação de bombardeio midiático sobre o governo Lula, deflagrada nesta primeira quinzena de Março, após o convescote promovido pelo Instituto Millenium.
A expressão é inspirada na operação “Tempestade no Deserto”, realizada em fevereiro de 1991, durante a Guerra do Golfo.
Liderada pelo general norte-americano Norman Schwarzkopf, a ação militar destruiu parcela significativa das forças iraquianas. Estima-se que 70 mil pessoas morreram em decorrência da ofensiva.
A ordem nas redações da Editora Abril, de O Globo, do Estadão e da Folha de S. Paulo é disparar sem piedade, dia e noite, sem pausas, contra o presidente, contra Dilma Roussef e contra o Partido dos Trabalhadores.
A meta é produzir uma onda de fogo tão intensa que seja impossível ao governo responder pontualmente às denúncias e provocações.
As conversas tensas nos "aquários" do editores terminam com o repasse verbal da cartilha de ataque.
1) Manter permanentemente uma denúncia (qualquer que seja) contra o governo Lula nos portais informativos na Internet.
2) Produzir manchetes impactantes nas versões impressas. Utilizar fotos que ridicularizem o presidente e sua candidata.
3) Ressuscitar o caso “Mensalão”, de 2005, e explorá-lo ao máximo. Associar Lula a supostas arbitrariedades cometidas em Cuba, na Venezuela e no Irã.
4) Elevar o tom de voz nos editoriais.
5) Provocar o governo, de forma que qualquer reação possa ser qualificada como tentativa de “censura”.
6) Selecionar dados supostamente negativos na Economia e isolá-los do contexto.
7) Trabalhar os ataques de maneira coordenada com a militância paga dos partidos de direita e com a banda alugada das promotorias.
8) Utilizar ao máximo o poder de fogo dos articulistas.
Quem está por trás
Parte da estratégia tucano-midiática foi traçada por Drew Westen, norte-americano que se diz neurocientista e costuma prestar serviços de cunho eleitoral.
É autor do livro The Political Brain, que andou pela escrivaninha de José Serra no primeiro semestre do ano passado.
A tropicalização do projeto golpista vem sendo desenvolvida pelo “cientista político” Alberto Carlos Almeida, contratado a peso de ouro para formular diariamente a tática de combate ao governo.
Almeida escreveu Por que Lula? e A cabeça do brasileiro, livros que o governador de São Paulo afirma ter lido em suas madrugadas insones.
O conteúdo
As manchetes dos últimos dias, revelam a carga dos explosivos lançados sobre o território da esquerda.
Acusam Lula, por exemplo, de inaugurar uma obra inacabada e “vetada” pelo TCU.
Produzem alarde sobre a retração do PIB brasileiro em 2009.
Criam deturpações numéricas.
A Folha de S. Paulo, por exemplo, num espetacular malabarismo de ideias, tenta passar a impressão de que o projeto “Minha Casa, Minha Vida” está fadado ao fracasso.
Durante horas, seu portal na Internet afirmou que somente 0,6% das moradias previstas na meta tinham sido concluídas.
O jornal embaralha as informações para forjar a ideia de que havia alguma data definida para a entrega dos imóveis.
Na verdade, estipulou-se um número de moradias a serem financiadas, mas não um prazo para conclusão das obras. Vale lembrar que o governo é apenas parceiro num sistema tocado pela iniciativa privada.
A mesma Folha utilizou seu portal para afirmar que o preço dos alimentos tinha dobrado em um ano, ou seja, calculou uma inflação de 100% em 12 meses.
A leitura da matéria, porém, mostra algo totalmente diferente. Dobrou foi a taxa de inflação nos dois períodos pinçados pelo repórter, de 1,02% para 2,10%.
Além dos deturpadores de números, a Folha recorre aos colunistas do apocalipse e aos ratos da pena.
É o caso do repórter Kennedy Alencar. Esse, por incrível que pareça, chegou a fazer parte da assessoria de imprensa de Lula, nos anos 90.
Hoje, se utiliza da relação com petistas ingênuos e ex-petistas para obter informações privilegiadas. Obviamente, o material é sempre moldado e amplificado de forma a constituir uma nova denúncia.
É o caso da “bomba” requentada neste março. Segundo Alencar, Lula vai “admitir” (em tom de confissão, logicamente) que foi avisado por Roberto Jefferson da existência do Mensalão.
Crimes anônimos na Internet
Todo o trabalho midiático diário é ecoado pelos hoaxes distribuídos no território virtual pelos exércitos contratados pelos dois partidos conservadores.
Três deles merecem destaque...
1) O “Bolsa Bandido”. Refere-se a uma lei aprovada na Constituição de 1988 e regulamentada pela última vez durante o governo de FHC. Esses fatos são, evidentemente, omitidos. O auxílio aos familiares de apenados é atribuído a Lula. Para completar, distorce-se a regra para a concessão do benefício.
2) Dilma “terrorista”. Segundo esse hoax, além de assaltar bancos, a candidata do PT teria prazer em torturar e matar pacatos pais de família. A versão mais recente do texto agrega a seguinte informação: “Dilma agia como garota de programa nos acampamentos dos terroristas”.
3) O filho encrenqueiro. De acordo com a narração, um dos filhos de Lula teria xingado e agredido indefesas famílias de classe média numa apresentação do Cirque du Soleil.
O que fazer
Sabe-se da incapacidade dos comunicadores oficiais. Como vivem cercados de outros governistas, jamais sentem a ameaça. Pensam com o umbigo.
Raramente respondem à injúria, à difamação e à calúnia. Quando o fazem, são lentos, pouco enfáticos e frequentemente confusos.
Por conta dessa realidade, faz-se necessário que cada mente honesta e articulada ofereça sua contribuição à defesa da democracia e da verdade.
São cinco as tarefas imediatas...
1) Cada cidadão deve estabelecer uma rede com um mínimo de 50 contatos e, por meio deles, distribuir as versões limpas dos fatos. Nesse grupo, não adianda incluir outros engajados. É preciso que essas mensagens sejam enviadas à Tia Gertrudes, ao dentista, ao dono da padaria, à cabeleireira, ao amigo peladeiro de fim de semana. Não o entupa de informação. Envie apenas o básico, de vez em quando, contextualizando os fatos.
2) Escreva diariamente nos espaços midiáticos públicos. É o caso das áreas de comentários da Folha, do Estadão, de O Globo e de Veja. Faça isso diariamente. Não precisa escrever muito. Seja claro, destaque o essencial da calúnia e da distorção. Proceda da mesma maneira nas comunidades virtuais, como Facebook e Orkut. Mas não adianta postar somente nas comunidades de política. Faça isso, sem alarde e fanatismo, nas comunidades de artes, comportamento, futebol, etc. Tome cuidado para não desagradar os outros participantes com seu proselitismo. Seja elegante e sutil.
3) Converse com as pessoas sobre a deturpação midiática. No ponto de ônibus, na padaria, na banca de jornal. Parta sempre de uma concordância com o interlocutor, validando suas queixas e motivos, para em seguida apresentar a outra versão dos fatos.
4) Em caso de matérias com graves deturpações, escreva diretamente para a redação do veículo, especialmente para o ombudsman e ouvidores. Repasse aos amigos sua bronca.
5) Se você escreve, um pouquinho que seja, crie um blog. É mais fácil do que você pensa. Cole lá as informações limpas colhidas em bons sites, como aqueles de Azenha, PHA,Grupo Beatrice, entre outros. Mesmo que pouca gente o leia, vai fazer volume nas indicações dos motores de busca, como o Google. Monte agora o seu.
A guerra começou. Não seja um desertor.
hoax = Dá-se o nome de hoax ("embuste" numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias ou de socorro pessoal ou, ainda, falsos vírus que ameaçam destruir, contaminar ou formatar o disco rígido do computador.
Ainda assim, muitas pessoas acreditam em coisas impossíveis como alguns hoaxes que circulam pela internet. Existem hoaxes de que pessoas pobres farão uma cirurgia e que alguma empresa irá pagar uma determinada quantia em centavos para cada e-mail repassado.
Lumpemproletariado, ou simplesmente lumpen é uma palavra alemã que significa, ao pé da letra, trapo ou homem trapo. Foi primeiramente definido por Karl Marx e Friedrich Engels em A Ideologia Alemã. E também é designada ao "Ser lúmpen" (pessoa desprovida de qualquer tipo de princípio ético) é um estado de espírito que não se restringe a classes ou categorias sociais; por vezes um oportunista.
Karl Marx classifica a palavra de pernicioso, já que a absoluta ausência de valores e o cinismo de seu comportamento poderiam contaminar a consciência revolucionária do proletariado.
Ettore Scola, cineasta italiano, mostra em Feios, Sujos e Malvados, uma radiografia minuciosa e completa de uma numerosa e miserável família lúmpen, tal filme é um tratado sobre o ser, o sentir e o agir do lumpionato. Existe ainda uma classificação de Lúmpens: Realistas, ingênuos (naifs).[1]
Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto" - Escrevinhador
Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto"
publicada domingo, 14/03/2010 às 01:04 e atualizado domingo, 14/03/2010 às 01:22 | Comentários 0 Comentários
Mauro Carrara escreve sobre uma operação que, claramente, já está em curso.
Passado o Carnaval, os setores ligados aos tucanos - na grande mídia - se desesperaram. A sequência de notícias ruins para eles, desde o fim do ano passado, é impressionante: enchentes em São Paulo, Arruda preso, o DEM desmoralizado, o PSDB sem discurso diante da recuperação da economia. Para completar: Serra caiu e Dilma subiu nas pesquisas.
A oposição ao governo Lula bateu os tambores no convescote organizado pelo Instituto Millenium. Ao perceber que os partidos de oposição caminhavam para a anomia, os donos da mídia asumiram o controle da oposição. E as manchetes, capas e títulos distorcidos se avolumam.
É guerra. É a tempestade no deserto - como explica Mauro no texto abaixo..
Pesquisa IBOPE saiu a campo (coincidência, em se tratando do IBOPE?) na última semana, em meio à tempestade de manchetes anti-governistas. Resultado deve ser divulgado nos próximos dias, pela CNI.
Toda a esperança dos tucanos da mídia é que Serra tenha conseguido estancar a sangria dos votos. Aparentemente, não conseguiu. Há informações de que Dilma já aparece (numericamente) à frente de Serra, apesar de a situação (ainda) caracterizar empate técnico: leia sobre isso no Vermelho - http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=125750&id_secao=1.
Nos próximos meses, entraremos num ritmo frenético, parecido com o de 2005 - quando setores da mídia tentaram derubar Lula. Agora, sabem que não podem derrubá-lo. Mas bastaria a eles arranhar a imagem do PT, e vender a idéia de de que "Lula a gente tolerou, mas Dilma - a terrorista - não vai chegar lá".
Ninguém pode ser ingênuo. Essa campanha está articulada a interesses internacionais. Não do núcleo do governo de Obama, mas de setores da extrema-direita dos EUA que seguem alojados na máquina de governo em Wasgington, e que assumiram a tarefa de barrar a "subversão" na América Latina. Essa gente da mídia no Brasil é articulada com o que há de mais reacionário nos EUA.
A guerra será violenta - como diz o Mauro Carrara, abaixo. Fiquem com o texto dele...
===
Operação “Tempestade no Cerrado”: o que fazer? - por Mauro Carrara
(O PT é um partido sem mídia... O PSDB é uma mídia com partido).
“Tempestade no Cerrado”: é o apelido que ganhou nas redações a operação de bombardeio midiático sobre o governo Lula, deflagrada nesta primeira quinzena de Março, após o convescote promovido pelo Instituto Millenium.
A expressão é inspirada na operação “Tempestade no Deserto”, realizada em fevereiro de 1991, durante a Guerra do Golfo.
Liderada pelo general norte-americano Norman Schwarzkopf, a ação militar destruiu parcela significativa das forças iraquianas. Estima-se que 70 mil pessoas morreram em decorrência da ofensiva.
A ordem nas redações da Editora Abril, de O Globo, do Estadão e da Folha de S. Paulo é disparar sem piedade, dia e noite, sem pausas, contra o presidente, contra Dilma Roussef e contra o Partido dos Trabalhadores.
A meta é produzir uma onda de fogo tão intensa que seja impossível ao governo responder pontualmente às denúncias e provocações.
As conversas tensas nos "aquários" do editores terminam com o repasse verbal da cartilha de ataque.
1) Manter permanentemente uma denúncia (qualquer que seja) contra o governo Lula nos portais informativos na Internet.
2) Produzir manchetes impactantes nas versões impressas. Utilizar fotos que ridicularizem o presidente e sua candidata.
3) Ressuscitar o caso “Mensalão”, de 2005, e explorá-lo ao máximo. Associar Lula a supostas arbitrariedades cometidas em Cuba, na Venezuela e no Irã.
4) Elevar o tom de voz nos editoriais.
5) Provocar o governo, de forma que qualquer reação possa ser qualificada como tentativa de “censura”.
6) Selecionar dados supostamente negativos na Economia e isolá-los do contexto.
7) Trabalhar os ataques de maneira coordenada com a militância paga dos partidos de direita e com a banda alugada das promotorias.
8) Utilizar ao máximo o poder de fogo dos articulistas.
Quem está por trás
Parte da estratégia tucano-midiática foi traçada por Drew Westen, norte-americano que se diz neurocientista e costuma prestar serviços de cunho eleitoral.
É autor do livro The Political Brain, que andou pela escrivaninha de José Serra no primeiro semestre do ano passado.
A tropicalização do projeto golpista vem sendo desenvolvida pelo “cientista político” Alberto Carlos Almeida, contratado a peso de ouro para formular diariamente a tática de combate ao governo.
Almeida escreveu Por que Lula? e A cabeça do brasileiro, livros que o governador de São Paulo afirma ter lido em suas madrugadas insones.
O conteúdo
As manchetes dos últimos dias, revelam a carga dos explosivos lançados sobre o território da esquerda.
Acusam Lula, por exemplo, de inaugurar uma obra inacabada e “vetada” pelo TCU.
Produzem alarde sobre a retração do PIB brasileiro em 2009.
Criam deturpações numéricas.
A Folha de S. Paulo, por exemplo, num espetacular malabarismo de ideias, tenta passar a impressão de que o projeto “Minha Casa, Minha Vida” está fadado ao fracasso.
Durante horas, seu portal na Internet afirmou que somente 0,6% das moradias previstas na meta tinham sido concluídas.
O jornal embaralha as informações para forjar a ideia de que havia alguma data definida para a entrega dos imóveis.
Na verdade, estipulou-se um número de moradias a serem financiadas, mas não um prazo para conclusão das obras. Vale lembrar que o governo é apenas parceiro num sistema tocado pela iniciativa privada.
A mesma Folha utilizou seu portal para afirmar que o preço dos alimentos tinha dobrado em um ano, ou seja, calculou uma inflação de 100% em 12 meses.
A leitura da matéria, porém, mostra algo totalmente diferente. Dobrou foi a taxa de inflação nos dois períodos pinçados pelo repórter, de 1,02% para 2,10%.
Além dos deturpadores de números, a Folha recorre aos colunistas do apocalipse e aos ratos da pena.
É o caso do repórter Kennedy Alencar. Esse, por incrível que pareça, chegou a fazer parte da assessoria de imprensa de Lula, nos anos 90.
Hoje, se utiliza da relação com petistas ingênuos e ex-petistas para obter informações privilegiadas. Obviamente, o material é sempre moldado e amplificado de forma a constituir uma nova denúncia.
É o caso da “bomba” requentada neste março. Segundo Alencar, Lula vai “admitir” (em tom de confissão, logicamente) que foi avisado por Roberto Jefferson da existência do Mensalão.
Crimes anônimos na Internet
Todo o trabalho midiático diário é ecoado pelos hoaxes distribuídos no território virtual pelos exércitos contratados pelos dois partidos conservadores.
Três deles merecem destaque...
1) O “Bolsa Bandido”. Refere-se a uma lei aprovada na Constituição de 1988 e regulamentada pela última vez durante o governo de FHC. Esses fatos são, evidentemente, omitidos. O auxílio aos familiares de apenados é atribuído a Lula. Para completar, distorce-se a regra para a concessão do benefício.
2) Dilma “terrorista”. Segundo esse hoax, além de assaltar bancos, a candidata do PT teria prazer em torturar e matar pacatos pais de família. A versão mais recente do texto agrega a seguinte informação: “Dilma agia como garota de programa nos acampamentos dos terroristas”.
3) O filho encrenqueiro. De acordo com a narração, um dos filhos de Lula teria xingado e agredido indefesas famílias de classe média numa apresentação do Cirque du Soleil.
O que fazer
Sabe-se da incapacidade dos comunicadores oficiais. Como vivem cercados de outros governistas, jamais sentem a ameaça. Pensam com o umbigo.
Raramente respondem à injúria, à difamação e à calúnia. Quando o fazem, são lentos, pouco enfáticos e frequentemente confusos.
Por conta dessa realidade, faz-se necessário que cada mente honesta e articulada ofereça sua contribuição à defesa da democracia e da verdade.
São cinco as tarefas imediatas...
1) Cada cidadão deve estabelecer uma rede com um mínimo de 50 contatos e, por meio deles, distribuir as versões limpas dos fatos. Nesse grupo, não adianda incluir outros engajados. É preciso que essas mensagens sejam enviadas à Tia Gertrudes, ao dentista, ao dono da padaria, à cabeleireira, ao amigo peladeiro de fim de semana. Não o entupa de informação. Envie apenas o básico, de vez em quando, contextualizando os fatos.
2) Escreva diariamente nos espaços midiáticos públicos. É o caso das áreas de comentários da Folha, do Estadão, de O Globo e de Veja. Faça isso diariamente. Não precisa escrever muito. Seja claro, destaque o essencial da calúnia e da distorção. Proceda da mesma maneira nas comunidades virtuais, como Facebook e Orkut. Mas não adianta postar somente nas comunidades de política. Faça isso, sem alarde e fanatismo, nas comunidades de artes, comportamento, futebol, etc. Tome cuidado para não desagradar os outros participantes com seu proselitismo. Seja elegante e sutil.
3) Converse com as pessoas sobre a deturpação midiática. No ponto de ônibus, na padaria, na banca de jornal. Parta sempre de uma concordância com o interlocutor, validando suas queixas e motivos, para em seguida apresentar a outra versão dos fatos.
4) Em caso de matérias com graves deturpações, escreva diretamente para a redação do veículo, especialmente para o ombudsman e ouvidores. Repasse aos amigos sua bronca.
5) Se você escreve, um pouquinho que seja, crie um blog. É mais fácil do que você pensa. Cole lá as informações limpas colhidas em bons sites, como aqueles de Azenha, PHA,Grupo Beatrice, entre outros. Mesmo que pouca gente o leia, vai fazer volume nas indicações dos motores de busca, como o Google. Monte agora o seu.
A guerra começou. Não seja um desertor.
sábado, 13 de março de 2010
Péricles Ferreira Nunes
Péricles Ferreira Nunes
Roteiro para a vitória
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 18:13
caminhos
Esse é o caminho para vitória final contra a camarilha bolchevista do PT que ora infesta a República dos Homens bons. Sigamos pois por este itinerário com as forças do bem, representadas pela imprensa livre e democrática, semana após semana até a total demolição das hostes comunistas lideradas por Lula.
Roteiro para a vitória
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 18:13
caminhos
Esse é o caminho para vitória final contra a camarilha bolchevista do PT que ora infesta a República dos Homens bons. Sigamos pois por este itinerário com as forças do bem, representadas pela imprensa livre e democrática, semana após semana até a total demolição das hostes comunistas lideradas por Lula.
déjà vu
Cidadania.com - UOL Blog
Déjà vu eleitoral
“Déjà vu” é uma expressão francesa que significa “já visto”. Trata-se de uma reação psicológica na qual o indivíduo intui que já vivenciou uma situação ou que já esteve em algum lugar, muitas vezes sem se dar conta disso racionalmente.
Não é preciso ser sociólogo ou psicanalista ou vidente para ter certeza de que cada brasileiro ao menos intui que a chuva de denúncias contra o PT, que eclodiu da semana passada para cá, guarda relação com o processo eleitoral de 2010.
Tenho absoluta certeza de que a maioria atribui às eleições o massacre acusatório a Lula, a Dilma e ao PT simplesmente porque, nos últimos vinte anos, eleição, no Brasil, é sempre assim.
Quantas vezes, este e outros blogs, disseram que viria um noticiário como o deste sábado? Era previsível e esperado. A mim, parece mais desespero do que tática, aliás. As manchetes são sintomáticas:
Veja: “Caiu a casa do tesoureiro do PT”
O Estado de São Paulo: “Lula inaugura obra inacabada e suspeita”
Folha de São Paulo: “Lula admite que Jefferson o alertou sobre mensalão”
Qual é a diferença para 2006, além de que não será Lula o candidato a disputar com o anti-Lula de plantão? Por que, desta vez, daria certo a surrada estratégia eleitoral da direita? Aliás, note-se que até ressuscitaram o “mensalão do PT”.
Só que, agora, a tática será muito menos eficaz, ainda que, no século XXI, jamais tenha tido maior eficácia. Ataques como o da Veja, baseados em meras acusações sem provas, sucedem a destruição do DEM-PFL. E, agora, a economia está bombando. As pessoas estão muito mais satisfeitas com o país.
As manchetes condenam os adversários políticos dos jornais e revista supra mencionados, entre outros, mas a Justiça, que é só quem pode condenar, diz que não há provas para tanto.
O despacho do juiz que julgou a ofensiva do partidarizado Ministério Público de São Paulo contra o “tesoureiro do PT” citado na capa da última edição da Veja, é muito claro. Revisemos o que disse o magistrado, pois:
“Não se pode desconsiderar a repercussão política que a presente investigação passou a ter a partir do momento em que o teor do requerimento do Ministério Público (...) veio a ser divulgado pela imprensa no último final de semana, antes mesmo que fosse apresentado em juízo.
(...)
Faltando cerca de apenas sete meses para as eleições presidenciais, uma das pessoas de quem foi requerida a quebra de sigilo (João Vaccari Neto) estaria sendo indicado como possível integrante da equipe de campanha da virtual candidata do partido atualmente ocupante da Presidência da República.
Tal contexto, porém, apenas reforça ainda mais a necessidade de cautela e rigor no exame dos requerimentos formulados, justamente para que tal atmosfera política não venha a contaminar a presente investigação ou, noutro sentido, que esta não venha a ser utilizada por terceiros para manipulação da opinião pública por propósitos políticos(...)”
É preciso dizer mais alguma coisa? Poderia ser mais clara a acusação de um magistrado de que esses meios de comunicação estão fazendo uso político de uma denúncia sem provas?
Aliás, não me surpreenderei se o juiz Carlos Eduardo Lora Franco, autor do despacho reproduzido parcialmente acima, sofrer alguma acusação da mídia.
Mas estamos falando da Justiça. Por mais que ela possa ser instrumentalizada em instâncias regionais – nas quais os partidos de direita mantém uma ascendência construída ao longo do regime militar –, cedo ou tarde, nas instâncias superiores, a normalidade jurídica será reposta.
Mas o que interessa, nesse processo, é menos a Justiça do que o conjunto da sociedade. A maioria dos brasileiros, a meu ver, está vacinada.
O que importa é o que sentimos de concreto em nossas vidas. Essa tática de preservar Serra das montanhas de acusações que há contra ele enquanto se acusa seus dois principais adversários (Lula e Dilma), não funcionará. Tenho certeza absoluta.
Desde a primeira campanha eleitoral à Presidência da República depois do fim do regime militar – e lá se vão mais de vinte anos –, a tática é a mesma. Mas ela parou de funcionar em 2002...
A mídia de Serra está produzindo um Déjà vu eleitoral. Deve estar sendo fortíssima a sensação da sociedade de que a velha tática tucano-pefelê-midiática volta a ser usada. E quanto mais este processo eleitoral se parecer com os anteriores, melhor.
sexta-feira, 12 de março de 2010
COMENTÁRIO RECEBIDO
Péricles,
Nunca imaginei que o esnobismo, o apego ao poder e o racismo ainda estivesse tão arraigado em brasileiros. Não imagino o número deles mas eles estão aí na política, nas forças armadas, no aparelho judiciário, nos meios de comunicação e na classe ruralista abastarda. Lula precisa continuar sendo muito forte para enfrentar essas feras e não subestimá-los porque eles dispõem de um arsenal que pode fazer muitos estragos. de alguem que admiro muito. Reni.
Professor Hariovaldo Almeida Prado
Professor Hariovaldo Almeida Prado
Países do primeiro mundo vêem Lula como profeta do comunismo
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 15:12
Garçon
Servindo no máximo para garçon de qualquer reunião de homens bons internacionais, os petistas delirantes imaginam Lula como 'lider mundial' (sic)!
Os países do primeiríssimo mundo, aos quais cabem a liderança global, vêem com muito temor a ação do sacerdote marxista eneádico no campo das relações internacionais. As reações contra o apedeuta tupiniquim já começaram em várias partes do globo. Em Israel o mossad já se prepara para deter e interrogar o usurpador brasileiro quando este desembarcar por lá para atacar o capitalismo e espionar para o seu aliado iraniano Ahmadinejad (aquele que foi prontamente repelido pelos homens bons e a imprensa livre do nosso país).
Já na América, um dos mais isentos e imparciais jornais dos homens bons repudiou a sórdida tentativa encabeçada pelos comunistas mundiais de usurparem o comando da ONU através da figura satânica do PT. Só a pretensão de colocar um retirante nordestino na cadeira de mandatário maior da instituição já representa uma grave ofensa aos homens bons de todo o globo, um verdadeiro acinte, principalmente pelo fato de o único brasileiro a merecer tal honra ser hoje um dos perseguidos políticos da ditadura lullodilmopetista, e ter que viver praticamente internado em Higienópolis. É impressionante a petulância e o cinismo da camarilha comunista brasileira em achar que eles poderão repetir em escala planetária as barbaridades que cometeram no Brasil. ¡No Pasarán!
Países do primeiro mundo vêem Lula como profeta do comunismo
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 15:12
Garçon
Servindo no máximo para garçon de qualquer reunião de homens bons internacionais, os petistas delirantes imaginam Lula como 'lider mundial' (sic)!
Os países do primeiríssimo mundo, aos quais cabem a liderança global, vêem com muito temor a ação do sacerdote marxista eneádico no campo das relações internacionais. As reações contra o apedeuta tupiniquim já começaram em várias partes do globo. Em Israel o mossad já se prepara para deter e interrogar o usurpador brasileiro quando este desembarcar por lá para atacar o capitalismo e espionar para o seu aliado iraniano Ahmadinejad (aquele que foi prontamente repelido pelos homens bons e a imprensa livre do nosso país).
Já na América, um dos mais isentos e imparciais jornais dos homens bons repudiou a sórdida tentativa encabeçada pelos comunistas mundiais de usurparem o comando da ONU através da figura satânica do PT. Só a pretensão de colocar um retirante nordestino na cadeira de mandatário maior da instituição já representa uma grave ofensa aos homens bons de todo o globo, um verdadeiro acinte, principalmente pelo fato de o único brasileiro a merecer tal honra ser hoje um dos perseguidos políticos da ditadura lullodilmopetista, e ter que viver praticamente internado em Higienópolis. É impressionante a petulância e o cinismo da camarilha comunista brasileira em achar que eles poderão repetir em escala planetária as barbaridades que cometeram no Brasil. ¡No Pasarán!
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