A História acontece como tragédia e se repete enquanto farsa. Karl Marx. 18 brumário

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

BRILHANTE

Santayana: Lula vai pendurar o FHC no pescoço do FHC | Conversa Afiada: "Santayana: Lula vai pendurar o FHC no pescoço do FHC

10/fevereiro/2010 12:55
Já que o outro fugiu ...

Já que o outro fugiu ...

O Conversa Afiada reproduz artigo do jornalista Mauro Santayana no Jornal do Brasil e, como sempre, revela perspicácia incomum.
O retorno do velho senhor
09/02/2010 – 23:41 | Enviado por: Mauro Santayana

Por Mauro Santayana
Sob a alucinação da idade madura, que costuma ser mais assustadora do que a dos adolescentes, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está conseguindo o que sempre pretendeu, desde que deixou o governo, há oito anos: o tumulto no processo sucessório. Ele – e não mais ninguém – impediu que as bases nacionais de seu partido fossem consultadas sobre o candidato à sucessão do presidente Lula. Se pensasse mais no país e menos em sua própria vaidade, teria, como o líder que se arroga ser, presidido à construção do consenso que costuma antecipar as convenções partidárias. Haja os desmentidos que houver, ele sonhava em criar impasse entre os dois principais postulantes, a fim de ser visto como a grande solução apaziguadora. Ele continua animado por essa miragem no sáfaro horizonte de suas ambições.

Assim, estimulou o governador de São Paulo ao exercício de uma tática de desgaste contra as pretensões de Minas. Decretou a precedência de José Serra e acenou com a “chapa puro-sangue”. Acreditava que levaria Aécio Neves a renunciar a servir a Minas, ao servir ao Brasil, com novo pacto federativo para o desenvolvimento de todas as regiões do país, e a contentar-se em ser caudatário de projeto hegemônico alheio.

Na verdade, essa ilusão era instrumento de outra maior: a de que, com o afastamento do mineiro da disputa, seu próprio cacife aumentaria. Com isso, buscou inviabilizar Serra e Aécio, de tal maneira que, com o crescimento da candidatura de Dilma Rousseff – alvo de tenaz campanha desqualificadora da direita – as elites viessem a assustar-se e batessem às portas de seu escritório político, pedindo-lhe que as salvasse de uma “terrorista”.

Se esse não fosse o objetivo essencial do ex-presidente, poderíamos considerá-lo um tolo – e Fernando Henrique não é tolo. Seu comportamento poderia estar dentro da advertência de Galileu, de que muita sabedoria pode transformar-se em loucura, mas por enquanto, ele está apenas deslumbrado pela ambição. Se se prontifica a discutir com o presidente Lula, e aceitar a comparação entre os dois governos, isso só pode ocorrer na hipótese de que venha a ser ele mesmo o candidato. Do contrário, estará forçando o candidato de seu partido, seja Serra, seja Aécio, a se transformar em mero defensor de sua administração, e não postulante sério à sucessão. Ambos sabem que a comparação será desastrosa em termos eleitorais. Talvez ela pudesse realizar-se, nos meios acadêmicos, pelos economistas e sociólogos, companheiros de sua ex-excelência, e ainda assim é certo que Fernando Henrique perderá, se a discussão for séria. Entre outras coisas, o ex-presidente multiplicou as universidades pagas; Lula, ao contrário, criou novos centros universitários federais e promoveu maciça inclusão dos pobres no ensino médio e superior.

Pergunte-se ao eleitor do Crato e da periferia de São Paulo se ele estava mais feliz durante os anos de Fernando Henrique. Faça-se a mesma pergunta ao pequeno empresário que consolidou o seu negócio com a expansão do consumo, os créditos facilitados e os juros mais suportáveis que paga hoje. Até mesmo os banqueiros se sentem mais satisfeitos."

Agência Carta Maior

Agência Carta Maior: "com a privatização, tem sido padrão o encarecimento das tarifas. Mesmo no setor que os neoliberais festejam, a tarifa do celular no Brasil é a segunda mais cara do mundo; a brasileira é quatro vezes a norte-americana. Viva a privatização! Do bolso do povão para a lucratividade das concessionárias."

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Professor Hariovaldo Almeida Prado

Professor Hariovaldo Almeida Prado: "8 fevereiro 2010
Guerrilheiros tentam tomar a prefeitura mas são repelidos pela Força Pública
Arquivado em: Plano Condor Vermelho — Hariovaldo @ 3:47 pm
Gurrilheiros

Elemento subversivo investe violentamente contra as forças da ordem e da paz social

Uma coluna de cerca de 200 guerrilheiros bolchevistas foi repelida hoje pela Força Pública do Estado quando tentava tomar de assalto a prefeitura em mais uma tentativa vã dos esquerdistas de assumirem o poder em São Paulo. Organizados por agentes comunistas enviados por Hugo Chavez e Fidel Castro e comandados por marxistas do PT, a turba ensandecida, após breve cerco, investiu contra a sede do governo municipal com o intento de capturar o alcaíde-mor e enviá-lo como refém para as FARCs e estabelecer a comuna de São Paulo, transformando a cidade em um centro irradiador do comunismo para todo o estado.
Reação

Soldado da Força Pública lança spray anti-bactericida para exterminar os agentes biológicos nocivos provenientes da água arremessada pelos guerrilheiros em frente a prefeitura

No ataque de hoje os guerrilheiros lançaram mão de armas biológicas usando coquetéis pets com microorganismos nocivos a saúde humana, causadores de leptospirose, diarréia, dengue e doenças de pele, confeccionados com a água encontrada no local onde moram, certamente com auxílio cubano. Integrantes do grupo terrorista lançaram os coquetéis na frente da prefeitura para infectar o local, trazendo grande perigo a vida dos homens bons que ali trabalham. Porém, debalde foram seus esforços pois nem assim conseguiram vencer essa batalha e foram fragorosamente derrotados.
comunas

Pavilhão vermelho conduzido pela vanguarda da tropa de assalto

Os guerrilheiros se deram mal pois não contavam com a virilidade dos homens bons paulistanos, representados na pessoa do Prefeito Municipal, e nem com a astúcia tática do capitão-almirante-mor José Serra no comando das tropas legalistas, o qual numa manobra brilhante de contra-guerrilha logrou exito em destroçar a coluna do mal, forçando os comunistas a se dispersarem e empreenderem fuga totalmente derrotados. Mais uma vez triunfou as forças do bem sob o comando do mais competente e preparado governador brasileiro."

Escrevinhador

Escrevinhador: "Estadão' não quer tucanos com esse figurino; 'Folha' não se importa: vitória de Serra vale mais que FHC

Sob comando da família Mesquita, o 'Estadão' sempre foi um jornal mais 'ideológico' do que a 'Folha'. O diário dos Frias muda de posição conforme muda o vento.

Os dois jornais estiveram a favor do golpe de 64. O 'Estadão' - como boa parte da elite brasileira - queria uma intervenção rápida dos militares, 'limpando' o país dos 'comuno-petebistas'. Depois, o poder cairia no colo da UDN. Era o sonho da família Mesquita.

Quando a ditadura mostrou que viria pra ficar, o 'Estadão' teve a coragem de rever suas posições, e foi pra oposição. Viveu sob censura, teve que publicar receitas e poemas no lugar de textos censurados. A 'Folha', não.

A 'Folha' (há várias testemunhas disso) chegou a emprestar seus carros para transporte de presos, e para uso do DOI-Codi em São Paulo.

Quando o vento mudou, nos anos 80, aí a 'Folha' virou 'democrata', botou faixa amarela na capa, e fez campanha pelas Diretas-Já. Teve um papel importante naquela época. Isso não se nega. E conquistou muitos jovens leitores com essa posição de 'vanguarda'.

Por que relembro isso tudo?

Porque, nos últimos dias, ficou claro que apito 'Folha' e 'Estadão' tocam em relação à candidatura tucana.

O 'Estadão' publicou o artigo de FHC, no domingo - chamando o PT para a briga (o que Lula e Dilma adoraram).

A 'Folha', nesta terça, deixa claro que a tática de FHC desagradou a Serra. O jornal dos Frias não ouviu o Serra em 'on'. E não precisa. O recado foi dado na capa: 'Críticas de FHC ao presidente contrariam a tática de Serra'.

O 'Estadão' fala por FHC. De forma aberta - como manda a boa tradição do jornal (lembro que, hoje, o diário nem está mais sob comando dos Mesquita, mas de um comitê de credores que - segundo alguns - incluiria também gente muito próxima a FHC).

A 'Folha' fala por Serra. De forma velada.

É um pouco mais que isso.

Os dois jornais, claro, querem a vitória de Serra. Mas, para o 'Estadão, não basta uma vitória qualquer. Precisa ser uma vitória que reafirme o ideário (neo) liberal: a candidatura tucana deveria levantar as bandeiras, defendendo o legado de FHC. Para o 'Estadão', não vale uma vitória envergonhada, que esconda FHC e legitime o 'Estado forte' do segundo mandato lulista. FHC foi o sujeito que prometeu 'enterrar a era Vargas'. É o velho sonho do 'Estadão', que até hoje não digere a derota par Vargas em 32.

A 'Folha', como sempre, parece mais pragmática. Se for preciso esconder FHC para que Serra vença, ótimo.

Não é por outro motivo que o jornal dos Frias escalou o (bom) repórter Gustavo Patu para mostrar como FHC omitiu os erros do governo dele no artigo escrito para o 'Estadão' - http://blogln.ning.com/profiles/blogs/analise-do-artigo-de-fhc-fhc. É um recado da 'Folha' (e de Serra) para FHC: se falar demais, até nós vamos descontruir o seu governo!

FHC já percebeu que - se não brigar para defender sua biografia - ela será jogada no lixo, inclusive pelos coreligionários tucanos.

Lula quer que a eleição vire um 'choque de programas' (governo Lula x governo FHC).

Serra quer 'choque de biografias' (o ex-ministro e governador 'experiente x a ministra 'inexperiente').

O problema é o choque de egos entre os tucanos.

Quem vai guardar o ego de FHC no apartamento dele, em Higienópolis? Só Dona Ruth conseguiria...

Pensando bem, não é justo exigir tal esforço de FHC, a essa altura da vida.

Deixa o FHC falar à vontade! Faz bem pra ele. E, certamente, fará um bem enorme ao país..."

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Blog de Ricardo Noblat: colunista do jornal O Globo com notícias sobre política direto de Brasília - Ricardo Noblat: O Globo

Blog de Ricardo Noblat: colunista do jornal O Globo com notícias sobre política direto de Brasília - Ricardo Noblat: O Globo: "Deu em O Globo
Empulhação tucana

De Elio Gaspari:

São Paulo atravessou um dilúvio, redes de esgoto invadiram galerias pluviais, centenas de pessoas perderam o que tinham, e o governador José Serra descobriu que parte do problema está na imprensa:
'Outro dia inaugurei um piscinão com 500 metros cúbicos, o segundo maior piscinão do Brasil. A imprensa não deu a menor bola. Porque dá-se bola para o problema, mas para a solução, não'.

Que solução?

Em 2006 o tucanato paulista anunciou que reduzira de 50% para 1% o risco de enchente nas margens do Rio Tietê. Os meios de comunicação, felizes, registraram a proeza e caíram na maldição atribuída ao general Orlando Geisel (1905-1979): 'A imprensa desinforma, deseduca e ofende o vernáculo'.

Diante de um repique na taxa de homicídios no estado (4.771 mortos em 2009 contra 4.426 em 2008), Serra atribuiu os números, 'basicamente' à 'crise econômica e ao desemprego'.

É a velha lenda: crise provoca crime. Se fosse assim, como explicar que a taxa de homicídios caiu 10,4% na Grande São Paulo?

Mais: o epicentro do terremoto financeiro ficou em Nova York. Lá o desemprego chegou a 10,3%, o maior em 16 anos, mas os homicídios foram 466, com uma queda de 10% em relação ao ano anterior, o melhor resultado desde 1963."

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Folha Online - Dinheiro - Criação de emprego supera 142 mil e bate recorde em janeiro, diz ministro - 05/02/2010

Folha Online - Dinheiro - Criação de emprego supera 142 mil e bate recorde em janeiro, diz ministro - 05/02/2010: "05/02/2010 - 12h34
Criação de emprego supera 142 mil e bate recorde em janeiro, diz ministro
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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou nesta sexta-feira que dados preliminares do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) indicam recorde na geração de empregos para um mês de janeiro. O número deve superar, portanto, os 142 mil postos em janeiro de 2007. O ministro preferiu não precisar os números do mês passado.

Emprego no comércio paulistano aumenta 4,9% em 2009
Mantega diz que Brasil vai gerar 1,5 milhão de empregos
EUA perdem 20 mil postos em janeiro, mas desemprego recua

'Neste início de ano está bombando. Certamente vai superar 100 mil. No ano passado, para se ter uma ideia, foram 100 mil negativos. Recuperamos mais do que o dobro no ano passado', afirmou.

Para o ano, segundo Lupi, o Brasil deve dobrar as vagas formais criadas em 2009, alcançando 2 milhões de empregos. A estimativa supera, inclusive, as previsões do ministro Guido Mantega (Fazenda) feitas nesta semana, entre 1,5 milhão e 1,6 milhão.

Questionado sobre as previsões do colega de ministério, Lupi disse que Mantega sempre é mais conservador em suas estimativas. 'Eu sempre ganho com minhas apostas em relação a ele. No ano passado, ele [Mantega] dizia que não chegaria a meio milhão e chegou a um milhão', afirmou. Em 2009 foram 995 vagas com carteira assinada criadas no país.

'Neste ano ele fala em 1.6 milhão, mas eu aumento essa previsão', desafiou."

Diário Gauche: A nova estratégia da direita contra Dilma - Vi o Mundo - O que você nunca pôde ver na TV

Diário Gauche: A nova estratégia da direita contra Dilma - Vi o Mundo - O que você nunca pôde ver na TV: "Diário Gauche: A nova estratégia da direita contra Dilma

Atualizado em 04 de fevereiro de 2010 às 16:37 | Publicado em 04 de fevereiro de 2010 às 16:36

Adeus ao método Zé do Caixão

por Cristóvão Feil, no Diário Gauche

Os jornais da direita brasileira - o denominado Partido da Imprensa Golpista (PIG) - estão começando uma campanha contra a ministra Dilma Rousseff, virtual candidata do presidente Lula à presidência da Republica em 2010. Quem dá a largada é o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, pertencente ao grupo RBS, um dos grandes beneficiários sulinos da ditadura civil-militar que assolou o País de 1964 a 1985.

A abordagem da campanha contra a única candidata da esquerda com vivas chances de vitória parte de uma estratégia oblíqua e por isso sutil e astuciosa. Trata-se de identificar a candidata Dilma como protagonista de cenários de conflito, de situações pregressas de confronto, de perturbações da ordem, de sublevação social, de motim contra o establishment, etc. A idéia é aterrar a classe média e deixar os investidores com as barbas de molho.

A série de reportagens de ZH, denominada 'Os infiltrados', publicadas de domingo até ontem (3/2), tem como objetivo isso: reunir elementos objetivos e sobretudo subjetivos que apontem Dilma Rousseff como alguém com um perfil muito próximo de ser considerado como o de uma 'terrorista' - na releitura ampla dada ao vocábulo por parte de Bush Jr. e o ultrapragmatismo Neoconservador com viés bélico - fonte na qual dez entre dez jornais brasileiros beberam até a embriaguez.

Em publicidade, essa velha técnica é denominada merchandising editorial (ou tie-in, no jargão norte-americano de publicidade & propaganda). Consiste em diluir o objeto da reportagem, no caso, a desconstrução da imagem da candidata lulista, em uma narrativa com muitos protagonistas, formando um painel abrangente e elucidativo de fatos obscuros ou mal contados pela história recente. O tie-in na publicidade comercial da televisão, por exemplo, é a introdução sutil de uma certa marca de carro na cena onde o mocinho persegue o bandido, ou de um refrigerante na cena doméstica da novela seriada. A força do apelo comercial está precisamente na sutileza e não na ênfase grosseira dos comerciais da publicidade comum.

A técnica da reportagem do tipo tie-in - desfocar para crivar com mais eficácia - está sendo uma das estratégicas do PIG, seus agentes e operadores. Só que ao invés de promover o seu objeto de incidência, como faz a publicidade comercial, no caso do jornalismo ideologizado do PIG, ao contrário, procura rebaixar a sua reputação e prestígio social.

Temos informações seguríssimas que a matéria de Zero Hora é apenas a primeira de outras tantas que estão sendo preparadas pela imprensa direitista brasileira. A revista Veja estaria preparando uma matéria sobre o famoso roubo do cofre do ex-governador Adhemar de Barros, de São Paulo, ocorrido em julho de 1969. A rigor, é a mesma matéria requentada da edição 1.785, de Veja, de 15 de janeiro de 2003. Só que naquela ocasião, o tom do texto era grosseiro, inquisitorial e policialesco, cenas de filme B. Com a nova estratégia tie-in, a matéria deverá ser mais extensa, na forma de um painel (pseudo) histórico, com mais personagens e um tratamento refinado e sutil ao texto.

Será mais para o cinema de Ingmar Bergman do que para o de Zé do Caixão.

*****

Alguém ainda terá dúvida sobre o caráter orgânico-partidário da grande imprensa brasileira? Um bloco unido, coeso, linha ideológica única, discurso afinado, militância articulada, ações coordenadas, intelectual orgânico de setores da classe média (urbana e rural), classes proprietárias, lúmpen-burguesia, do agronegócio exportador, setores bancário-financeiros, de representantes e associados dos interesses corporativos internacionais, militares com interesses econômicos e negociais, etc.

A prova evidente do caráter partidário da mídia brasuca é a flacidez dos partidos cartoriais tradicionais - PSDB, Democratas, PMDB, PPS, PTB, e outros menos votados.

Quanto mais a mídia faz-se porta-voz potente da direita, mais obsoleta e irrelevante torna a existência das aglomerações parlamentares-eleitorais, que acabam servindo só para registro legal de candidaturas junto à Justiça Eleitoral e valhacouto de lúmpens ascensionais.

Como alguém já disse, acho que foi o Stedile, os parlamentares e políticos profissionais deveriam - em vez de se identificar pelas siglas partidárias - usar jalecos ou macacões (como na Fórmula Um) com as logomarcas dos seus patrocinadores - aos quais dedicam as suas carreiras públicas como zelosos funcionários corporativos subalternos."

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

P A C e o anão babaca

Agência Carta Maior: "Em três anos, o PAC já investiu 63% dos R$ 638 bi previstos em 2.500 ações; mais de 40% delas foram concluídas segundo o balanço divulgado hoje pelo governo, e 44% estão com ritmo adequado de execução, de acordo com o mesmo relatório. No total já realizado, R$ 138,2 bilhões foram aplicados em obras de saneamento e habitação. O líder do PSDB Sérgio Guerra, em entrevista à VEJA, em 13 de janeiro, afirmou que, se eleito, Serra vai acabar com o PAC. Abre aspas para o tucano: ‘O PAC não se realizou– e nós vamos acabar com ele’
(o risco de o Brasil virar um enorme Jardim Romano, bairro da Zona Leste de São Paulo, imerso em esgoto desde 8 de dezembro; 04-02)"

Lula recria a Telebrás para dar banda larga aos pobres | Conversa Afiada

Lula recria a Telebrás para dar banda larga aos pobres | Conversa Afiada: "Lula recria a Telebrás para dar banda larga aos pobres
4/fevereiro/2010 8:30
Lula vai reduzir a tarifa dos amigos do ministro independente
“Lula confirma reativação da Telebrás para oferecer sistema de banda larga em localidades sem interesse para empresas privadas. O objetivo é deixar o Estado em condições de fazer ações complementares que garantam a oferta de internet de banda larga em todo o país, mas com participação das teles privadas.”
“Lula deixou claro que a função da Telebrás será estimular a concorrência com um plano de tarifa forçando a redução de preços das operadoras privadas.”
Como diz o professor da UFRJ Marcos Dantas, o governo vai fortalecer a indústria nacional de tecnologia da informação e de telecomunicações, tornando-a uma ferramenta de desenvolvimento econômico e social.
Ou seja, o ministro independente Hélio Costa perdeu.
Bye bye PiG(*)
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista."

Dossiê café da manhã - Comidas - iG

Dossiê café da manhã - Comidas - iG:

"Dossiê café da manhã

Quanto tempo os alimentos duram fora da geladeira e o que acontece se forem consumidos depois desse prazo"