A História acontece como tragédia e se repete enquanto farsa. Karl Marx. 18 brumário
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
O metalúrgico e o marinheiro: com Lula, indústria naval renasce e João Cândido vira nome de navio - Escrevinhador
Quando o estaleiro Atlântico Sul, criado em 2005 e localizado no Porto de Suape, em Pernambuco, anunciou que iria construir um navio petroleiro, muitos duvidaram e disseram que a missão era impossível. A indústria naval brasileira estava ressurgindo após anos de abandono e a última embarcação do tipo havia sido entregue no País em 1997. Hoje, no entanto, o “impossível” se tornou realidade: o estaleiro pernambucano lançou o primeiro navio petroleiro do País em 13 anos em cerimônia realizada no Porto de Suape com a participação do presidente Lula, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e autoridades locais. O navio fará parte da frota da Transpetro.
Lula afirmou estar orgulhoso por ver o projeto concluído e também por ver a cara de felicidade dos trabalhadores do estaleiro. Lembrou que ao ser eleito, afirmou que iria primeiro fazer o necessário, depois o possível e quando terminasse seu governo, o impossível.
O metalúrgico e o marinheiro: com Lula, indústria naval renasce e João Cândido vira nome de navioE aconteceu exatamente isso: construir esse navio era tido por alguns especialistas do outro lado como impossível.
publicada sexta, 07/05/2010 às 18:47 e atualizada sexta, 07/05/2010 às 21:42 |
5 Comentários
Cândido liderou a revolta contra os castigos corporais na Marinha, em 1910. A Marinha até hoje não o reconhece como um herói. O governo Lula já havia inaugurado um monumento para Cândido, no antigo cais do Rio. A ausência de um monumento era o mote para uma das músicas mais bonitas da história da MPB: "O Almirante Negro" - de João Bosco e Aldir Blanc (este último, certamente, um dos dez maiores letristas da nossa riquíssima música popular). Se tiver interesse em saber mais, clique aqui - http://www.rodrigovianna.com.br/brava-gente/as-pedras-do-cais-ja-nao-sao-o-unico-monumento-para-o-almirante-negro.
Com o nome do marinheiro no casco do navio, Lula politizou (no bom sentido, da grande Política) um debate que poderia ser puramente econômico.
E, aliás, trata-se economicamente de um salto gigantesco. Leia mais aqui, no blog da Petrobrás - http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/?p=22562.
O petroleiro João Cândido significa que a a indústria naval renasceu, hoje, em Pernambuco. É o Estado (nacional) cumprindo o papel de indutor do desenvolvimento.
Tudo ao contrário do que os tucanos fizeram no Brasil! Por isso, não adianta Serra jogar na confusão, e dizer que vai convidar o PT para seu governo - he, he.
Os tucanos acham que o povão é burro!
Agora, a Petrobrás voltou a encomendar navios no Brasil. E - com isso - fez renascer os estaleiros nacionais. Mais que isso: a indústria naval agora tem um pé no Nordeste!
Só isso já seria um fato marcante. A se comemorar.
Podemos comemorar também o fato de o Brasil agora ter navio com nome de marinheiro. Antes, eram só almirantes.
Nada contra os almirantes. Mas é bom ver o Estado brasileiro romper a tradição estamental.
O Estado hoje não pertence só à Casa Grande.
Trata-se de um fato emocionante. Tão emocionante como a música de Bosco e Aldir -http://www.youtube.com/watch?v=f9c7sY5TNTQ.
antonio gomes comentou em 07/05/2010 às 21:11
Ah!!!!se nos tivessemos uns 20 Lulas para terminar toda obra deste brasileiro fantastico,surgido la dos cafundos de Pernambuco para encher de orgulho todo povo brasileiro.Quem diz que DEUS nao e brasileiro se engana muitissimo.So ELE pra mandar essa figura impar e fazer renascer o meu pais.Marco Aurélio Mello/Garanhuns - PE comentou em 07/05/2010 às 20:50
Trata-se de um resgate histórico não só no sentido de recuperar a indústria naval, mas de fazer justiça a um líder nacional esquecido, por ser negro e por ter se rebelado contra os comandantes brancos de olhos azuis. João Cândido teve a coragem de, no início do século passado, liderar uma revolta contra os castigos físicos impostos pelos comandantes da Marinha aos seus subordinados, na maioria negros. Lula sinaliza com a homenagem para um país com menos desigualdades, não só econômicas, mas tabém raciais. Outro simbolismo importante nesta solenidade de lançamento do navio ao mar foi a escolha da madrinha da embarcação. Uma pessoa simples, do povo, funcionária do estaleiro Atlântico Sul e negra. Nada de personalidades, autoridades ou famosos. Quebra-se mais um paradígma. O governo Lula sinaliza para o Brasil que sempre sonhamos e que agora começa a se tornar real.Mentira
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Escalada do "Jornal Nacional":
O medo de volta a Nova York. Times Square é isolada devido a pacotes deixados na calçada.
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O aumento da inflação atinge os brasileiros mais pobres com o preço da comida.
A diferença dos lixões das nossas cidades e dos aterros sanitários projetados.
No Golfo do México, todos os esforços para controlar o desastre ambiental do vazamento de óleo.
Grávidas são convocadas para se vacinar amanhã contra a gripe.
A 35 dias da Copa do Mundo, a Taça Fifa dá início a um passeio pela África do Sul.
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Autumn Leaves - Nat King Cole
Autumn Leaves
Autumn leaves fall and are swept out of sight,
The words that you said have come true.
Autumn leaves fall and are swept out of sight,
So is the memory of love that we knew.
The wind of forgetfullness blows them
Into the night of regret.
The song we so often did sing,
Is echoing echoing yet.
The falling leaves,
Drift by the window.
The autumn leaves of red and gold.
I see your lips,
The summer kisses,
The sunburned hands I used to hold.
Since you went away,
The days grow long,
And soon I'll hear cold winter song.
But I miss you most of all, my darling,
When autumn leaves start to fall.
As folhas mortas
As folhas do outono caem e são varridas fora da vista,
As palavras que você disse vem como verdadeiro.
As folhas do outono caem e são varridas fora da vista,
É assim a memória do amor que nós soubemos.
O vento funde-os
Na noite do pesar
A canção que nós assim frequentemente cantamos,
Está ecoando ainda.
As folhas de queda,
Tração pela janela.
As folhas do outono do vermelho e do ouro.
Eu vejo seus bordos,
Os beijos do verão,
As mãos que eu me ousei prender.
Desde que você partiu,
Os dias crescem por muito tempo,
E logo eu ouvirei a canção fria do inverno.
Mas eu falto-o sobretudo, meu querido,
Quando as folhas do outono começarem a cair
quarta-feira, 5 de maio de 2010
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Che Silva comentou em 07/05/2010 às 21:31
Emocionante. Que postagem! Parabéns!